segunda-feira, 30 de junho de 2008
Estudos!
29.6 - Dia de São Pedro
SÃO PEDRO, o apóstolo pescador do lago de Genezareth, homem de origem humilde, considerado o "príncipe dos apóstolos" e "pescador de homens" pelo próprio Jesus Cristo, foi o fundador da Igreja Católica e seu primeiro Papa. Venerado como padroeiro dos papas, protetor das viúvas e dos pescadores, é festejado dia 29 de junho com procissões terrestres e marítimas, fogueiras, arraiais com pau-de-sebo, mastros com sua bandeira e fogos. É dono das chaves do céu e responsável por fazer chover, e como diz o folclore junino “Quando os trovões estrondam e as crianças choram, as mães explicam que "é a barriga de São Pedro que está roncando" ou "São Pedro está mudando de lugar os móveis" ou ainda que “vai ter festa e São Pedro está lavando o céu”... No seu dia, é da tradição junina que todos aqueles que receberam seu nome no batismo, devem acender fogueiras na porta de suas casas; ou se for amarrada uma fita no braço de alguém chamado Pedro, ele tem a obrigação de dar um presente ou pagar uma bebida àquele que o amarrou, em homenagem ao santo.
FOLCLORE POPULAR
Simpatia da proteção da casa
No dia dedicado a São Pedro, coloque a chave da porta de entrada da sua casa dentro de um copo cheio d’água e diga: "São Pedro, proteja minha casa, assim como protege de intrusos o céu; afaste todo e qualquer mal da minha casa e com a ajuda do anjo guardião, não deixe entrar nenhum ladrão".
Quadrinhas de São Pedro
- São Pedro é homem velho
Homem de muito juízo
Por isso o Senhor o fez
Chaveiro do paraíso.
- Se São Pedro é o chaveiro
Também já foi pescador
Acolhendo as almas boas
Fez-se do mar protetor.
- São Pedro disse missa
Jesus benzeu o altar
Assim benzo minha cama
Onde venho me deitar.
Flor do Ipê
POESIA
Ipê Amarelo
(João Batista do Lago)
As flores amarelas
do Ipê amarelo
banham o raiar do dia
e sorriem...
Sorriem desafiando
nuvens cinzas de amarguras
sorriem dissipando chuvas de agruras
sorriem trazendo os sóis de venturas
Assim me recebem
as flores amarelas
do Ipê amarelo...
Vigia da minh'alma
Não há como não amá-las:
as flores amarelas do Ipê amarelo!

