segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Paella, uma delícia d'além-mar!

Prato típico da gastronomia espanhola, a “paella” é feita à base de arroz, tem origem na Espanha dos séculos XV e XVI, e surgiu mais especificamente na comunidade de Valência, região de grandes arrozais e de grande produção de verduras frescas. O recipiente utilizado para fazê-la é uma frigideira chamada paella, de ferro ou aço, rasa e grande, com duas alças, que por seu formato favorece o cozimento do arroz por igual e que dá nome ao prato. Originalmente item da alimentação popular, foi criada pelos camponeses que partiam para o campo com a frigideira “paella”, arroz, azeite e sal e ao prato agregavam ingredientes oriundos da caça, os legumes da estação e as sobras que dispunham; posteriomente acrescentaram o tomate vindo da América, trazido por Cristóvão Colombo, e o frango, quando este ficou mais acessível ao bolso popular. Uma receita muito utilizada para fazer uma autêntica “paella valenciana” conta com os seguintes ingredientes: arroz, frango, tomate, azeite, açafrão, ervilhas, frutos do mar, tais como: choco, camarões, lulas, lagostins, vôngoles, mexilhões e polvo, caracterizando-se como um prato misto, que agrega sabores da terra e do mar. Minhas primas cearenses da família de minha avó materna Clélia e Cleane Carvalho nos acompanharam e conosco também estiveram testemunhando o requinte do sabor dessa a iguaria oriunda d’além-mar, os fãs incondicionais da “paella” Raquel, Sabrina, Allan e Regilda. Maravilha!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Chá verde

Chá verde é usado para prevenir diversos males, incluindo demência e Alzheimer
Há séculos, o chá é usado como elixir para diversos males. Das crises nervosas aos problemas digestivos, sempre há uma infusão que funciona como “santo remédio”. A ciência acaba de comprovar mais um benefício da bebida, uma velha conhecida da medicina tradicional chinesa.
De acordo com um estudo publicado no jornal especializado Phytomedicin, o chá verde protege o cérebro contra vários tipos de demência, incluindo o mal de Alzheimer.
A pesquisa foi liderada por Ed Okello, professor e diretor-executivo do Medicinal Plant Research Group da Universidade de Newcastle, na Inglaterra. Como bom britânico, o biólogo não dispensa uma xícara de chá e há cerca de 10 anos estuda a relação entre os componentes das infusões e a memória. Em 2004, ele já havia publicado um artigo associando os chás verde e preto, derivados da mesma planta, a Camellia sinensi, e a prevenção do Alzheimer. A equipe de Okello descobriu que essas bebidas inibem a atividade das enzimas butirilcolinesterase e acetilcolinesterasem, que propiciam o aparecimento da doença. Na época, a equipe ainda não sabia exatamente como esse efeito contra a demência ocorria. Agora, no novo estudo, eles descrevem a ação do chá verde depois de preparado e já ingerido, uma fase em que, normalmente, as propriedades terapêuticas se perdem, porque o organismo pode absorver ou modificar os componentes. Mas, para a surpresa da equipe de pesquisadores, o efeito benéfico não apenas se manteve, como foi potencializado. Para verificar a ação do chá verde após sua ingestão, os cientistas desenvolveram um aparelho que simula o sistema digestivo. Com isso, foi possível acompanhar cada passo do processo e a forma como as moléculas se comportam no organismo. Segundo Okello, verificou-se não apenas a inibição das enzimas associadas ao Alzheimer, mas outro benefício em potencial: a desaceleração de células cancerígenas. Em relação à demência, o professor explica que existem dois compostos já conhecidos por desempenhar um importante papel no desenvolvimento do mal de Alzheimer, doença degenerativa e sem cura, cujas causas não foram completamente desvendadas pela ciência. Essas substâncias são a proteína beta-amiloide e o oxidante peróxido de hidrogênio. A primeira, quando produzida em excesso pelo próprio corpo, acumula-se entre os neurônios, formando placas de gordura que destróem as células cerebrais. Nos estágios iniciais, quando a doença sequer se manifestou, os depósitos do lipídio estimulam a liberação do peróxido de hidrogênio. Okello explica que os polifenóis, ao ser ingeridos, quebram-se e produzem compostos benéficos, que conseguem combater a beta-amiloide e o peróxido de hidrogênio. O problema é que, na hora da digestão, os efeitos podem se perder. Era isso que os cientistas queriam investigar, pois, segundo o biólogo, muitas substâncias presentes em alimentos são promissoras mas, quando digeridas, perdem as propriedades. Com o chá, ocorreu o contrário. No aparelho digestivo, as substâncias resultantes dos polifenóis ficaram ainda mais protetoras e evitaram que as toxinas da beta-amiloide e do peróxido de hidrogênio afetassem as células.
Hábitos saudáveis
Lembrando que outros fatores como alimentação e hábitos saudáveis são importantes para a prevenção da demência, Ed Okello acredita que a descoberta é promissora. “Apesar de não haver cura para a doença, o chá pode ser uma arma em potencial no arsenal usado para desacelerar o desenvolvimento do Alzheimer. Seria ótimo se nosso trabalho pudesse melhorar a qualidade de vida de milhões de vítimas e de seus cuidadores”, disse ao Estado de Minas, acrescentando que muitos anos serão necessários até que o achado se reverta em tratamento clínico. Por meio de nota, o presidente da sociedade inglesa Alzheimer’s Society, Clive Ballard, afirmou ao EM que as evidências são importantes, mas ainda é preciso cautela. “O estudo adiciona mais fatores ao anterior (de 2004), sugerindo que o chá verde pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver doença de Alzheimer. Mas, em pesquisas, são usadas doses altas das substâncias químicas (no caso, os polifenóis), que jamais seriam possíveis no organismo humano. Mais estudos são necessários para saber se, em uma dose muito menor, o chá continua protetor”, diz. Ballard lembra que compostos antioxidantes, encontrados em frutas, vegetais e no próprio chá verde, deveriam fazer parte de toda dieta saudável. “Pesquisas já mostraram que a melhor forma de reduzir risco de ter algum tipo de demência é aderir a uma dieta saudável, repleta de frutas e vegetais, exercitar-se regularmente, não fumar e manter o colesterol em bons níveis, além de checar regularmente a pressão sanguínea”, ensina o médico.
(Fonte - http://www.acrenoticia.com)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Ronaldinho: "Flamengo é Flamengo"!

Comemora, Nação: Ronaldinho assina com o Flamengo
Patrícia Amorim trata Galliani como sensacional, diz que Ronaldinho não podia parar sem o Mengão e agradece à torcida rubro-negra
Rio - Depois de muita angústia, a novela acabou oficialmente: Ronaldinho Gaúcho assinou contrato com o Flamengo no fim da noite desta segunda-feira. O vínculo tem duração de 42 meses (três anos e meio). A apresentação do craque será realizada na quarta-feira. O local e o horário, porém, ainda não foram confirmados. Depois de ser anunciado como reforço pelas diretorias de Grêmio e Palmeiras, o craque fez valer sua vontade de morar na cidade que mais gosta e de defender o clube mais popular do mundo. Ronaldinho estava há dez anos fora do futebol brasileiro. Ele deixou o Grêmio em 2001, trocando o Tricolor Gaúcho pelo PSG, da França. Vale destacar que o site ainda que Ronaldinho usará a camisa 10 do Mengão. ...
Fonte -10.01.11/Leia mais no site http://marcabrasil.terra.com.br

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"Viva la Vaca"

O Restaurante, Bar e Churrascaria “Viva la Vaca” é um dos locais mais aprazíveis de Fortal. Além de oferecer ao cliente ambientes belos e confortáveis, equipe de profissionais bem preparada, qualidade no atendimento,
há também música ao vivo todos os dias, variadas promoções, cobertura fotográfica para registrar momentos inesquecíveis como aniversários, comemorações, lançamentos de produtos, livros e cd´s e eventos diversos.
Destaque para o mega rodízio com “buffet” dos mais variados da culinária nordestina, a preço bem acessível.
Regilda e eu observando o bom gosto e o luxo do WC feminino
“Porquê Viva La Vaca?
Viva la Vaca - Nome de origem espanhola e que significa Viva a Vaca que na Europa é a carne tradicional, diferente do Brasil que utiliza o nome "carne de boi". O restaurante tem origem latina e seu nome foi originado nas viagens do senhor lendário João Pinheiro, que em suas viagens de conhecimento dos países europeus, mas em particular na Espanha em uma das estradas da Catalunha, procurou por um bom restaurante para almoçar e depois de horas em sua busca, não obteve sucesso, pois foi barrado por uma manada de Vacas desgovernadas que invadiram a pista e permaneceram sem progredir caminho. Neste exato momento seu João Pinheiro comentou a sua família: - Não tem restaurante, mas tem muita vaca neste caminho e Viva la Vaca! Daí surgiu a história do restaurante que tende atender todos os gostos e sempre ser um diferencial onde estiver. Em qualquer lugar do mundo”.
(Fonte - http://www.vivalavaca.com.br)
Allan, Regilda, Henrique, nosso cicerone cearense e eu e estivemos nesse lugar que oferece, além disso tudo, bem-estar e satisfação.