Em 1899, os bolivianos fundaram Puerto Alonso (hoje Porto Acre), para recolher impostos e assegurar o domínio da área. Os acreanos discordaram e exigiram a anexação desse território ao Brasil, através da luta armada denominada Revolução Acreana, chefiada pelo caudilho José Plácido de Castro.
Após muitos conflitos, o Tratado de Petrópolis, datado de 17/11/1903, celebra o acordo entre os dois países, ficando o Brasil com a posse definitiva da região, indenizando a Bolívia com algumas áreas em Mato Grosso, o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas e a construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré.
Integrado ao Brasil como território, o Acre elege, a partir de 1934, dois representantes pára a Câmara dos Deputados. Em 1957, projeto apresentado pelo então Deputado José Guiomard dos Santos eleva o Território à categoria de Estado, que resultou na Lei 4070, de 15 de junho de 1962, sendo eleito primeiro governador do Estado, o Professor José Augusto de Araújo.
Pela força imensurável da conquista histórica de um povo que semeou a terra amada e conquistada com o sangue de seus antepassados, o único da nação que lutou para ser brasileiro, o Acre e seu povo merecem amor e respeito.








