O Natal 2012 foi festejado na residência do meu irmão Mário Sérgio, sua esposa Nádia Canizo e a filha Taís Canizo.
Familiares e amigos foram recebidos com muita alegria para a Ceia de Natal e a festa se estendeu até o RO do dia seguinte.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
O show do Rei
O Rei Roberto Carlos superando as excpectativas de seus fãs cativos a cada "Especial", pura magia.
Minha "paixonite aguda desde sempre" por ele aumentando inexplicavelmente e agora, esperando o "cara" que povoa os sonhos mais belos de toda mulher.
E com o sentimento do meu Rei, faço uma prece: "Nossa Senhora, me dê a mão, cuida do meu coração, da minha vida, do meu destino, do meu caminho, cuida de mim ...". Amém!(Foto - Internet)
Minha "paixonite aguda desde sempre" por ele aumentando inexplicavelmente e agora, esperando o "cara" que povoa os sonhos mais belos de toda mulher.
E com o sentimento do meu Rei, faço uma prece: "Nossa Senhora, me dê a mão, cuida do meu coração, da minha vida, do meu destino, do meu caminho, cuida de mim ...". Amém!(Foto - Internet)
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL para toda a HUMANIDADE
Poesia
"PAI NOSSO do NATAL"
Pai-pai Noel nosso de cada Natal / Santificado seja nosso presépio
Venha a nós os vossos presentes / De humildade, sabedoria e caridade
Que seja feita muitas festas / Para o maior aniversariante
Assim com fazemos o nosso...
O brilho da estrela guia / Nos dai hoje, para nos guiar o ano todo.
Perdoai pela nossa destruição das árvores / E dos natais de quem tem fome num
planeta tão cheio de alimento, assim / como a natureza nos perdoa e nos tolera.
Que possamos ser como o anjo Gabriel / Mensageiro da paz e da boa nova,
Como Maria / Dizendo sempre sim para Deus
Livrai-nos das tentações da soberba / Da intolerância da arrogância
E do Natal consumista. / Livrai-nos, também, Senhor
Do esquecimento de seu aniversário / FELIZ ANIVERSÁRIO, JESUS.
(Jarbas Carvalho Marques)
"PAI NOSSO do NATAL"
Pai-pai Noel nosso de cada Natal / Santificado seja nosso presépio
Venha a nós os vossos presentes / De humildade, sabedoria e caridade
Que seja feita muitas festas / Para o maior aniversariante
Assim com fazemos o nosso...
O brilho da estrela guia / Nos dai hoje, para nos guiar o ano todo.
Perdoai pela nossa destruição das árvores / E dos natais de quem tem fome num
planeta tão cheio de alimento, assim / como a natureza nos perdoa e nos tolera.
Que possamos ser como o anjo Gabriel / Mensageiro da paz e da boa nova,
Como Maria / Dizendo sempre sim para Deus
Livrai-nos das tentações da soberba / Da intolerância da arrogância
E do Natal consumista. / Livrai-nos, também, Senhor
Do esquecimento de seu aniversário / FELIZ ANIVERSÁRIO, JESUS.
(Jarbas Carvalho Marques)
domingo, 23 de dezembro de 2012
"Quebra jejum" de hoje
Hoje o meu café da manhã ou "quebra jejum" foi consumindo as famosas e deliciosas pupunhas, frutos de uma palmeira perene originária da região tropical das Américas e que são muito apreciados no Norte do Brasil, tanto pelo valor nutritivo dos frutos cozidos com água e sal, quanto pela farinha utilizada para massas e bolos, além do palmito com gosto adocicado e bem aceito na alimentação. Essa poesia diz tudo:
"Pupunha"
Lá no horizonte por cima da mata /o vento assanha a mais alta palmeira
que, embelezando a vista com balanços, /é conhecida como a pupunheira.
As pupunhas às vezes dão lá no alto... /mas o caboclo não perde o manjar,
sobe no tronco, vai buscar o cacho / e põe os frutos para cozinhar.
É com a unha que quem sabe se testa /o tanto de óleo que os frutos contém;
entre tons de vermelho e amarelo / pintam as cascas, as polpas também.
Cozidos e sem casca na hora do lanche / é com café que fazem tradição,
mas se moídos dão boa farinha / que dá a receitas toques de inovação.
Da planta-mãe colhemos os perfilhos / para palmito de fino sabor,
que em saladas, assados ou cozidos / são novidades de grande valor.
Mas a pupunha já deixou a floresta, / mesmo se veio de nossos ancestrais
e assim as vemos por nossas estradas / com balanço mais manso nos quintais.
(Rosa Clement)
"Pupunha"
Lá no horizonte por cima da mata /o vento assanha a mais alta palmeira
que, embelezando a vista com balanços, /é conhecida como a pupunheira.
As pupunhas às vezes dão lá no alto... /mas o caboclo não perde o manjar,
sobe no tronco, vai buscar o cacho / e põe os frutos para cozinhar.
É com a unha que quem sabe se testa /o tanto de óleo que os frutos contém;
entre tons de vermelho e amarelo / pintam as cascas, as polpas também.
Cozidos e sem casca na hora do lanche / é com café que fazem tradição,
mas se moídos dão boa farinha / que dá a receitas toques de inovação.
Da planta-mãe colhemos os perfilhos / para palmito de fino sabor,
que em saladas, assados ou cozidos / são novidades de grande valor.
Mas a pupunha já deixou a floresta, / mesmo se veio de nossos ancestrais
e assim as vemos por nossas estradas / com balanço mais manso nos quintais.
(Rosa Clement)
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Homenagem à minha falecida mãe
PARA SEMPRE
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
(Carlos Drummond de Andrade)
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
(Carlos Drummond de Andrade)
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
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