segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
O Interceptor Oceânico ou ... o “Chifre do Governador”
O Interceptor Oceânico fica no meio da feirinha da Beira-Mar, frequentada por turistas e moradores da cidade. O Interceptor Oceânico é uma obra do artista plástico cearense Sérvulo Esmeraldo, construído em 1976. A obra – que leva o mesmo nome do escoamento de esgoto que vai do Riacho Jacarecanga, na av. Leste-Oeste, até o riacho Papicu, na av. Beira-Mar – foi encomendada pelo governador Adauto Bezerra, mas não se sabe ao certo o motivo. Dentre as várias versões, a mais difundida é de que o monumento foi erguido para celebrar a conclusão do saneamento básico da capital.
Devido à confusão da população em relação aos motivos da implantação do monumento, a obra foi apelidada de “Chifre do Governador”, por causa do seu formato. A última restauração da obra foi em 2011.
(Fonte -
Devido à confusão da população em relação aos motivos da implantação do monumento, a obra foi apelidada de “Chifre do Governador”, por causa do seu formato. A última restauração da obra foi em 2011.
(Fonte -
sábado, 24 de janeiro de 2015
Mercado Central/Fortal
Mercado Central de Fortaleza
Número de andares-5
Área-9,690 m²
O Mercado Central de Fortaleza é um mercado especializado em produtos artesanais cearenses localizado na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. É de propriedade da prefeitura municipal. Está localizado no Centro da cidade, ao lado da Catedral de Fortaleza e da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, e foi construído ao lado da margem esquerda do Riacho Pajeú, que corta a região.
História
A história do Mercado Central começa em 1809, com a autorização da Câmara Municipal para a construção, em madeira, do mercado que a funcionou inicialmente para o comércio de carnes, frutas e verduras. Em 1814, as instalações foram demolidas e um novo prédio foi erguido com a denominação de Cozinha do Povo.
Já no século XX, em 1931, o comércio de carnes, frutas e verduras foi proibido dentro do prédio, e as instalações foram ocupadas por produtos utilitários e decorativos feitos artesanalmente, sobretudo vestimentas, artigos de cama e mesa, derivados do caju e bebidas e doces típicos.
Várias reformas foram realizadas. Em 1975, no entanto, o mercado foi totalmente renovado e reinaugurado, ocupando um espaço de 1.200 metros quadrados. O mercado vendia todo tipo de artesanato produzido no Ceará, em especial rendas de bilro, redes e cerâmicas. Nessa época, Fortaleza começou a se desenvolver enquanto importante destino de turismo no Brasil, e, a partir disso, o Mercado Central passou a figurar como atração cultural.
Depois de muitos anos sem reforma, já na década de 1990, as instalações estavam precárias e o prédio corria risco de incêndio. Nesse contexto de exigência de reformas e com o aumento da demanda pelos produtos do mercado, que já estava saturado, um novo espaço foi construído e sua administração foi passada, então, para a Associação dos Lojistas do Mercado Central (ALMEC), pela lei Nº 8073, de 21 de outubro de 1997. No dia 19 de janeiro de 1998, foi inaugurado o novo prédio do Mercado Central de Fortaleza, a funcionar na Av. Alberto Nepomuceno, 199. As instalações foram projetadas pelo arquiteto Luiz Fiúza.
O Novo Mercado Central abriga 553 boxes, distribuídos em 5 pavimentos, sendo um deles destinado a estacionamento, compreendendo área total de 9.690,75 metros quadrados de área construída. Hoje, são encontrados nas lojas artigos em couro (sandálias, sapatos, chapéus, bolsas e malas), rendas e bordados em roupas e em peças de cama, mesa e banho, rendas de bilro, camisetas, souvenires como mini-jangadas, bijuterias, jóias em ouro, artigos para decoração, dentre diversos outros itens.
(Fonte - http://pt.wikipedia.org)
Número de andares-5
Área-9,690 m²
O Mercado Central de Fortaleza é um mercado especializado em produtos artesanais cearenses localizado na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. É de propriedade da prefeitura municipal. Está localizado no Centro da cidade, ao lado da Catedral de Fortaleza e da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, e foi construído ao lado da margem esquerda do Riacho Pajeú, que corta a região.
História
A história do Mercado Central começa em 1809, com a autorização da Câmara Municipal para a construção, em madeira, do mercado que a funcionou inicialmente para o comércio de carnes, frutas e verduras. Em 1814, as instalações foram demolidas e um novo prédio foi erguido com a denominação de Cozinha do Povo.
Já no século XX, em 1931, o comércio de carnes, frutas e verduras foi proibido dentro do prédio, e as instalações foram ocupadas por produtos utilitários e decorativos feitos artesanalmente, sobretudo vestimentas, artigos de cama e mesa, derivados do caju e bebidas e doces típicos.
Várias reformas foram realizadas. Em 1975, no entanto, o mercado foi totalmente renovado e reinaugurado, ocupando um espaço de 1.200 metros quadrados. O mercado vendia todo tipo de artesanato produzido no Ceará, em especial rendas de bilro, redes e cerâmicas. Nessa época, Fortaleza começou a se desenvolver enquanto importante destino de turismo no Brasil, e, a partir disso, o Mercado Central passou a figurar como atração cultural.
Depois de muitos anos sem reforma, já na década de 1990, as instalações estavam precárias e o prédio corria risco de incêndio. Nesse contexto de exigência de reformas e com o aumento da demanda pelos produtos do mercado, que já estava saturado, um novo espaço foi construído e sua administração foi passada, então, para a Associação dos Lojistas do Mercado Central (ALMEC), pela lei Nº 8073, de 21 de outubro de 1997. No dia 19 de janeiro de 1998, foi inaugurado o novo prédio do Mercado Central de Fortaleza, a funcionar na Av. Alberto Nepomuceno, 199. As instalações foram projetadas pelo arquiteto Luiz Fiúza.
O Novo Mercado Central abriga 553 boxes, distribuídos em 5 pavimentos, sendo um deles destinado a estacionamento, compreendendo área total de 9.690,75 metros quadrados de área construída. Hoje, são encontrados nas lojas artigos em couro (sandálias, sapatos, chapéus, bolsas e malas), rendas e bordados em roupas e em peças de cama, mesa e banho, rendas de bilro, camisetas, souvenires como mini-jangadas, bijuterias, jóias em ouro, artigos para decoração, dentre diversos outros itens.
(Fonte - http://pt.wikipedia.org)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Rio de Janeiro X São Sebastião
Com o aniversário de Rio 450 chegando, o #TravessaRio segue fazendo sua retrospectiva sobre a história da cidade: São Sebastião é o padroeiro do Rio de Janeiro. Na Batalha das Canoas (1566), contra franceses e Tamoios, São Sebastião apareceu e lutou, segundo os vitoriosos lusos, que teriam sido derrotados, não fosse a mão do santo. E, justo no seu dia, 20 de janeiro, houve a batalha final triunfante dos portugueses (1567). > http://bit.ly/1L08Wgj
(Fonte - Livraria da Travessa/Facebook)
(Fonte - Livraria da Travessa/Facebook)
Arrumadinho ... q delícia!
O Brasil é conhecido por sua rica culinária, que atrai turistas do mundo inteiro. A BBC Good Food divulgou uma lista com 10 comidas tipicamente brasileiras que o turista deve provar ao visitar nosso país.
Moqueca, pão de queijo, acarajé e açaí estão na seleção de dar água na boca! E pra você, qual comida o turista estrangeiro precisa experimentar? http://bit.ly/1rYEIyQ
(Fonte - Embratur - Instituto Brasileiro de Turismo/Facebook)
Moqueca, pão de queijo, acarajé e açaí estão na seleção de dar água na boca! E pra você, qual comida o turista estrangeiro precisa experimentar? http://bit.ly/1rYEIyQ
(Fonte - Embratur - Instituto Brasileiro de Turismo/Facebook)
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