O beijo na praia protagonizado por Burt Lancaster e Deborah Kerr no filme 'A um passo da eternidade' (1953) se tornou um símbolo do beijo cinematográfico
(Fonte - Internet)
quinta-feira, 14 de abril de 2016
13 de Abril - Dia do Beijo
DIA DO BEIJO 13/04/2014
"Até que os olhos mudem de cor..."
A história ficou nos devendo o registro oficial do primeiro beijo. No entanto, esculturas e textos indianos já apontavam sua prática pelo menos 2.500 anos antes de Cristo. Os milênios passaram, os costumes mudaram, mas o prazer de beijar a quem se deseja manteve-se firme e forte. Tanto é que hoje celebra-se seu dia mundialmente.> Possíveis controvérsias à parte, se há um espaço simbólico onde o beijo foi glamourizado e se tornou manifestação idílica das mais almejadas este espaço é o cinema. Muito do status de ícone do ápice amoroso que o beijo ganhou ao longo do século passado se deve à magia da tela grande (transposta para a televisão, obviamente, mas nunca superada por ela).
Desde a primeira vez em que o cinema exibiu um encontro de lábios de um casal apaixonado - não por acaso em um filme chamado O Beijo, em 1896 - até os dias de hoje, muitas são as cenas que se tornaram clássicas ao expor esta demonstração de amor e, por que não dizer?, de luxúria.
De Rhett Butler e Scarlett O’Hara a Romeu e Julieta, passando por Wall-e e Eve; Dama e Vagabundo, Satine e Christian, Jack Twist e Ennis del Mar, Sam Wheat e Molly Jensen, O POVO traz hoje uma seleção de beijos antológicos no cinema.
A ideia é que nossos leitores se inspirem e comemorem devidamente este dia. Quem sabe até, como sugere a compositora Vanessa da Mata, “com beijos intermináveis, até que os olhos mudem de cor”.( Émerson Maranhão emerson@opovo.com.br)
(Fonte – www.opovo.com.br/Facebook)
"Até que os olhos mudem de cor..."
A história ficou nos devendo o registro oficial do primeiro beijo. No entanto, esculturas e textos indianos já apontavam sua prática pelo menos 2.500 anos antes de Cristo. Os milênios passaram, os costumes mudaram, mas o prazer de beijar a quem se deseja manteve-se firme e forte. Tanto é que hoje celebra-se seu dia mundialmente.> Possíveis controvérsias à parte, se há um espaço simbólico onde o beijo foi glamourizado e se tornou manifestação idílica das mais almejadas este espaço é o cinema. Muito do status de ícone do ápice amoroso que o beijo ganhou ao longo do século passado se deve à magia da tela grande (transposta para a televisão, obviamente, mas nunca superada por ela).
Desde a primeira vez em que o cinema exibiu um encontro de lábios de um casal apaixonado - não por acaso em um filme chamado O Beijo, em 1896 - até os dias de hoje, muitas são as cenas que se tornaram clássicas ao expor esta demonstração de amor e, por que não dizer?, de luxúria.
De Rhett Butler e Scarlett O’Hara a Romeu e Julieta, passando por Wall-e e Eve; Dama e Vagabundo, Satine e Christian, Jack Twist e Ennis del Mar, Sam Wheat e Molly Jensen, O POVO traz hoje uma seleção de beijos antológicos no cinema.
A ideia é que nossos leitores se inspirem e comemorem devidamente este dia. Quem sabe até, como sugere a compositora Vanessa da Mata, “com beijos intermináveis, até que os olhos mudem de cor”.( Émerson Maranhão emerson@opovo.com.br)
(Fonte – www.opovo.com.br/Facebook)
terça-feira, 12 de abril de 2016
Bom conselho ...
Me faz um favor? Cuida bem do teu amor, o mundo já está abarrotado de amores que se foram sem motivos, de gente que se deixa por um triz, de amores que não se suportam e de sorrisos que poderiam se completar e preferem se fechar por bobagem.(Pe Fábio de Melo)
(Fonte - Facebook)
(Fonte - Facebook)
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