terça-feira, 19 de maio de 2009
O caudaloso rio Acre.
sábado, 16 de maio de 2009
Padre Paolino
Saudade ...
/Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o McDonald's, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias. /
Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler... (Miguel Falabella)
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Vamos colaborar com a APADEQ Feminina
Começa II Conferência de Promoção da Igualdade Racial no Acre
Encontro é promovido pelo Governo do Estado com participação de representantes da sociedade civil indígena, negros e brancos
Secretário de Justiça e Direitos Humanos, Henrique Corinto, na abertura da Conferência (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Como inserir a História da África no currículo escolar dos estudantes do ensino público? Segundo o presidente da ONG acreana Cernegro, José Arimatéia, nas escolas ainda se ensina o passado dos negros dentro de um contexto de trabalho e escravidão. “Pouco se fala sobre a importância política e histórica deste povo para o mundo”, contesta. Questões como essa são temas de debate durante a 2ª edição da Conferência de Promoção da Igualdade Racial, realizado pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).
Nesta quinta e sexta-feira, 14 e 15, representantes dos movimentos indígenas, quilombolas, brancos, afrodescendentes, umbandistas, católicos, pessoas de diferentes cores e credos, representando a sociedade civil se reúnem com gestores públicos para discutir políticas a serem implementadas voltadas para a promoção da igualdade racial. O evento acontece no Centro de Treinamentos da Diocese de Rio Branco.
“Nós temos três grandes matrizes étnicos raciais no Brasil: africano, ameríndio e europeu. Dentro desses grandes blocos, têm diversos povos, nações e etnias. Mas houve um processo desigual de dominação, e hoje, dois terços da população brasileira, que é constituída de descendentes de negros e índios são vítimas dessa história de marginalização, e o poder público federal, estadual ou municipal, deve reparar esses danos sofridos por essa grande margem da população. Então, a conferência vem nesse sentido, de debater como a gente pode caminhar nesse rumo de promoção da igualdade”, avalia o coordenador do encontro, Hildo Montezuma.
Representante da Cernegro, José Arimatéia (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Segundo o Secretário de Justiça e Direitos Humanos, Henrique Corinto, o fórum é uma oportunidade para o governo ouvir as demandas da sociedade civil organizada. Avanços importantes já foram dados, como a própria criação da secretaria pelo Governador Binho Marques. “A partir de encontro como esses, a gente ouve as principais reivindicações e tem a oportunidade de fazer uma abordagem nas políticas de geração de trabalho, emprego e renda”.
A Conferência conta com a participação do Sub-secretário de Políticas para Comunidades Tradicionais da Secretaria da Presidência da república, Alexandre dos Reis, e do coordenador geral da ONG Unegro, Edson França.
(Mariama Morena / 14-Mai-2009 / Leia mais no www.agencia.ac.gov.br)
Secretário de Justiça e Direitos Humanos, Henrique Corinto, na abertura da Conferência (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Como inserir a História da África no currículo escolar dos estudantes do ensino público? Segundo o presidente da ONG acreana Cernegro, José Arimatéia, nas escolas ainda se ensina o passado dos negros dentro de um contexto de trabalho e escravidão. “Pouco se fala sobre a importância política e histórica deste povo para o mundo”, contesta. Questões como essa são temas de debate durante a 2ª edição da Conferência de Promoção da Igualdade Racial, realizado pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).
Nesta quinta e sexta-feira, 14 e 15, representantes dos movimentos indígenas, quilombolas, brancos, afrodescendentes, umbandistas, católicos, pessoas de diferentes cores e credos, representando a sociedade civil se reúnem com gestores públicos para discutir políticas a serem implementadas voltadas para a promoção da igualdade racial. O evento acontece no Centro de Treinamentos da Diocese de Rio Branco.
“Nós temos três grandes matrizes étnicos raciais no Brasil: africano, ameríndio e europeu. Dentro desses grandes blocos, têm diversos povos, nações e etnias. Mas houve um processo desigual de dominação, e hoje, dois terços da população brasileira, que é constituída de descendentes de negros e índios são vítimas dessa história de marginalização, e o poder público federal, estadual ou municipal, deve reparar esses danos sofridos por essa grande margem da população. Então, a conferência vem nesse sentido, de debater como a gente pode caminhar nesse rumo de promoção da igualdade”, avalia o coordenador do encontro, Hildo Montezuma.
Representante da Cernegro, José Arimatéia (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Segundo o Secretário de Justiça e Direitos Humanos, Henrique Corinto, o fórum é uma oportunidade para o governo ouvir as demandas da sociedade civil organizada. Avanços importantes já foram dados, como a própria criação da secretaria pelo Governador Binho Marques. “A partir de encontro como esses, a gente ouve as principais reivindicações e tem a oportunidade de fazer uma abordagem nas políticas de geração de trabalho, emprego e renda”.
A Conferência conta com a participação do Sub-secretário de Políticas para Comunidades Tradicionais da Secretaria da Presidência da república, Alexandre dos Reis, e do coordenador geral da ONG Unegro, Edson França.
(Mariama Morena / 14-Mai-2009 / Leia mais no www.agencia.ac.gov.br)
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