quarta-feira, 15 de julho de 2009
Lendo, aprendendo e ... revivendo!
" Imprestável da Silva, por aí jaz o velho regatão. Dá saudade até em quem apenas ouviu falar dele. Ancorou no porto-solidão, fincou o ferro, beijou a areia e desceu a carga dos sonhos. O povo dos seringais veio para as cidades, a fonte da seringa secou e quase nada é novidade. Se alguma aparecer não vende, encalha. O seringueiro virou soldado e passou a lutar outra guerra, mais concorrida, na qual a vida não corre lenta como látex. E o homem da embarcação, sem chita nem cambraia para levar, sem borracha para trazer, foi perdendo a correnteza. Deixou de transportar ilusões, mas nunca deixará de carregá-las.
Por um triz, Esquecido da Silva, o regatão perdeu-se num estirão, baleeira e batelão. No mesmo termo, muitos dias de subida depois, o homem que nele regateava, o outro regatão enfiou-se num balseiro, perdeu o canal do rio, foi tragado por uma crônica sem rumo, deu com os burros n’água. Enquanto isso, as velhas conversas-fiadas, sem comando na popa, saem para desfilar no salão da margem esquerda do velho rio Acre, em direção ao Purus e daí para o mar. Vão desfilando, crescem, reproduzem, ganham da verdade e viram lenda, barranco acima, internet afora. Só assim volta o regatão."
...
(trecho do texto “Regatão e Porto Solidão”, fls.24, do livro “Páginas da Vida – Proseando na Floresta”, de autoria do Dr. José Augusto Fontes, Editora K2).
Gosto muito de viajar (mas nem sempre posso, por alguns e vários motivos), escrever e ler; a leitura é um dos meus maiores prazeres e através dela eu viajo, conheço lugares, pessoas, coisas, outras culturas e assim vou adquirindo conhecimentos. Esse hábito adquiri quando estudei interna em colégio de freiras, e era assim que valorizava o tempo em que não estava estudando. Depois, a profissão me preencheu o tempo com códigos,legislação, jurisprudências, doutrinas, etc e tal. Agora, já disponibilizei um tempinho para continuar essa prática tão salutar e encontrei nesse livro uma leitura que encanta, instrui, faz sonhar, viver, reviver, conhecer, recordar e aprender com os textos primorosos de um escritor autenticamente acreano. Um livro para ler e reler em todas as horas disponíveis. Imperdível!
Gosto muito de viajar (mas nem sempre posso, por alguns e vários motivos), escrever e ler; a leitura é um dos meus maiores prazeres e através dela eu viajo, conheço lugares, pessoas, coisas, outras culturas e assim vou adquirindo conhecimentos. Esse hábito adquiri quando estudei interna em colégio de freiras, e era assim que valorizava o tempo em que não estava estudando. Depois, a profissão me preencheu o tempo com códigos,legislação, jurisprudências, doutrinas, etc e tal. Agora, já disponibilizei um tempinho para continuar essa prática tão salutar e encontrei nesse livro uma leitura que encanta, instrui, faz sonhar, viver, reviver, conhecer, recordar e aprender com os textos primorosos de um escritor autenticamente acreano. Um livro para ler e reler em todas as horas disponíveis. Imperdível!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Para refletir
PENSAMENTO - Se te sentares a descansar à beira do caminho, vira-te de frente para a parte que te falta andar, de costas para a parte que já andaste.
(Provérbio chinês)
Imperador Galvez
"Se a pátria não nos quer, criamos outra. Viva o Estado Independente do Acre."
Há 110 anos, assim se expressou o espanhol Luiz Galvez Rodrigues y Arias, em 14 de julho de 1899, data em que fundou o Estado Independente do Acre. Esse herói, jornalista e diplomata, apoiado pelo governo do Amazonas, liderou uma rebelião no Acre, com seringueiros e veteranos da guerra que não aceitavam a cidadania boliviana, já que em sua maioria eram nordestinos que aqui aportaram para explorar os seringais e fincaram raízes. Imperador por dois períodos, o herói é homenageado no município de Porto Acre, berço da Revolução Acreana e no hall da Assembléia Legislativa do Acre, com essa bela obra. Faça-nos uma visita e conheça a saga do povo acreano que lutou e fez opção para ser membro da nação brasileira. E queremos continuar "ACREANOS", sim senhores!.
Há 110 anos, assim se expressou o espanhol Luiz Galvez Rodrigues y Arias, em 14 de julho de 1899, data em que fundou o Estado Independente do Acre. Esse herói, jornalista e diplomata, apoiado pelo governo do Amazonas, liderou uma rebelião no Acre, com seringueiros e veteranos da guerra que não aceitavam a cidadania boliviana, já que em sua maioria eram nordestinos que aqui aportaram para explorar os seringais e fincaram raízes. Imperador por dois períodos, o herói é homenageado no município de Porto Acre, berço da Revolução Acreana e no hall da Assembléia Legislativa do Acre, com essa bela obra. Faça-nos uma visita e conheça a saga do povo acreano que lutou e fez opção para ser membro da nação brasileira. E queremos continuar "ACREANOS", sim senhores!.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
ACREANA, SIM SENHOR
Acre, terra de sonhos / de heróis anônimos / de terras férteis / de natureza abundante / de água barrenta / de mulheres fortes / de homens bravos / de história inacabada / de sabor intenso / de amor verdadeiro / de resistência e valor . / É por tudo isso / que sou acreana, sim senhor.
(Poema improvisado pela Jornalista Genésia Vasconcelos, lido pela própria durante ato solene realizado na Assembléia Legislativa do Acre, dia 9 de julho, em defesa do gentílico acreano).
(Poema improvisado pela Jornalista Genésia Vasconcelos, lido pela própria durante ato solene realizado na Assembléia Legislativa do Acre, dia 9 de julho, em defesa do gentílico acreano).
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Parabéns, Sara!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Uma peixada lá em casa
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