segunda-feira, 16 de abril de 2012

Aprendizagem

Na Praia do Futuro, em Fortaleza/CE, de vez em quando nos deparamos com uma aula prática de como tentar salvar um afoito nadador de um possível afogamento. Confira alguns momentos da aula "in loco", que é assistida por muitas pessoas interessadas.

domingo, 15 de abril de 2012

Santos, com futebol-arte, comemora 100 anos de jogo bonito

Em 14 de abril de 1912, na mesma noite em que o Titanic naufragava nas águas do Oceano Atlântico, 39 pessoas fundavam o Santos FC.
Por Confederação Sulamericana de Futebol (Conmebol), em seu site
Se reuniram na antiga Rua do Rosário (hoje Rua João Pessoa), número 10, na sede do clube Concórdia, em Santos, litoral de São Paulo. Cidade brasileira que já era um dos mais importantes centros comerciais da América Latina, além da maior exportadora de café de todo o planeta. No entanto, não contava ainda com um clube de futebol à sua altura. Vários nomes foram sugeridos — e em seguida rechaçados — como África, Brasil e Concórdia, este em homenagem ao clube que gentilmente havia emprestado o salão para aquela reunião. Até chegar o momento em que um dos presentes, chamado Antônio de Araújo Cunha, sugeriu: Por que não chamamos Santos Futebol Clube? O relógio marcava 10h33 daquela noite histórica quando finalmente foi fundado um dos clubes mais famosos do mundo.
A primeira partida oficial do Santos
só seria realizada cinco meses depois de sua fundação, em 15 de setembro: vitória de 3X2 sobre o Santos Atlético Clube. Com pouco mais de um ano de vida, em junho de 1913, o Santos Futebol Clube estreava no Campeonato Paulista. E com o pé direito, goleando seu futuro rival Corinthians, por 6X3.
Uma lástima que o clube
tenha sido obrigado a abandonar a competição depois de apenas quatro partidas, por absoluta falta de dinheiro necessário para as passagens de trem até São Paulo e a alimentação dos jogadores na capital.
No entanto, naquele mesmo ano de 1913,
o Santos deu início à sua caminhada de conquistas, consagrando-se o primeiro campeão da cidade. Em 1914 não teve campeonato municipal, mas em 1915 o Alvinegro repetiu o feito, ainda jogando com o pseudônimo de União Futebol Clube, por imposição da Liga Santista.
Grande antes de Pelé
Quando a Seleção Brasileira entrou em campo oficialmente pela primeira vez em 1914, já contava com dois estratagemas que, ainda que estivessem a serviço do Paulistano, podiam ser considerados os primeiros ídolos do Santos, pois rapidamente para ali voltariam: Adolpho Millon, que com 18 anos foi um dos fundadores do próprio clube, e Arnaldo Silveira, o autor do primeiro dos quase 12 mil gols que fazem do Santos o clube com o maior número gols de tantos marcados em todo o mundo ao longo da história do futebol.
Já em 1916, o Santos inaugurava a Vila Belmiro
, primeiro estádio de propriedade de um clube de futebol no Brasil. Naquele mesmo ano, voltou a disputar o Campeonato Paulista, alcançando um honroso quinto lugar. Boas colocações, aliás, seria tudo o que o Santos conseguiria nas décadas seguintes.
Entre 1927 e 1929, a equipe chegou a ser vice-campeã paulista
durante três anos consecutivos. Contava com grandes como Athié Jorge Cury (futuro presidente do clube durante sua fase magnífica, entre 1945 e 1971) e a dupla Araken Patusca e Feitiço, expoentes de um ataque que, no Campeonato Paulista de 1927, chegou a marcar 100 gols em apenas 16 jogos — uma fantástica média de 6,25 gols marcados por partida—, até hoje feito não igualado no futebol brasileiro.
Em 1935, finalmente, o Santos do goleiro Ciro
, do atacante Raul e do já veterano Araken consegue seu tão ansiado primeiro título de campeão paulista, com direito a vitória de 2X0 sobre o Corinthians em jogo decisivo, realizado em São Paulo. Outro título importante, 20 anos depois, dando início à melhor fase da história santista e de qualquer outra equipe de futebol no mundo em todos os tempos.
Foi um gol de Pepe, na vitória de 2X1 sobre o Taubaté
, na Vila Belmiro, que devolveu ao Santos o gosto de ser campeão paulista exatamente duas décadas depois, em 1955. No ano seguinte, 1956, veio o bicampeonato, vencendo o sempre poderoso São Paulo FC por 4X2 em um jogo extra.
O clube campeão do Estado
ainda não contava com Pelé — que só estrearia em um amistoso em setembro de 1956—, mas já havia figuras que entraram para a história do futebol brasileiro, como Formiga, Zito e o veterano Jair Rosa Pinto.
Ainda maior com o Rei Pelé
O Campeonato Paulista de 1958 foi o primeiro título conquistado pelo Santos com o fenomenal ele em campo, e também o primeiro dos nove estaduais que a equipe conquistou nos 11 anos seguintes, incluindo dois tricampeonatos (em 1960-61-62 e 1967-68-69) e um bi (em 1964-65). Parece mais fácil dizer que, entre 1958 e 1969, o Santos deixou de vencer apenas três Campeonatos Paulistas, em 1959, 1963 e 1966, todos conquistados pelo Palmeiras.
O clube das camisas brancas
passou a dominar também o futebol brasileiro, com quatro conquistas do prestigioso Torneio Rio-São Paulo (que na época reunia as principais equipes dos maiores centros futebolísticos do país), em 1959, 1963, 1964 e 1966. Cinco Copas Brasil consecutivas, de 1961 a 1965. E finalmente o Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Robertão), precursor do atual Campeonato Brasileiro, em 1968.
Ganhou também um bicampeonato na Libertadores e o Mundial Interclubes
, em 1962 e 1963, derrotando os gigantes Peñarol, do Uruguay; Boca Juniors, de Argentina; Benfica, de Portugal, e AC Milan, de Itália, nessas quatro decisões. Isso sem contar uma série de outras vitórias internacionais contra clubes e seleções.
Anos de ouro, futebol arte
Sim, aquele era o Santo de Pelé, como ficou mais conhecido, mas também era o Santos do super ataque formado pelo próprio “Rei do Futebol” ao lado de Dorval, Mengálvio, Coutinho e Pepe. O Santos dos goleiros Gilmar e Cláudio, dos zagueiros Mauro Ramos de Oliveira, Djalma Dias e Ramos Delgado, dos laterais Carlos Alberto Torres e Rildo, do volante Clodoaldo, do meio de campo Toninho Guerreiro e do ponta esquerda Edu.
O Santos, enfim, que durante mais de uma década
conseguiu reunir alguns dos maiores jogadores do Brasil de todos os tempos. Em termos de conquistas, a chamada Era Pelé, para o Santos, terá seu fim em 1973, com o título paulista, que teve que ser dividido com a Portuguesa — depois que o árbitro Armando Marques se confundiu na contagem e terminou antes da hora a série decisiva de pênaltis que o Santos já ganhava por 2X0.
Sem perder a majestade
Depois de Pelé, Santos seguiu sendo grande, como sempre. A partir de 1978, a tradição de formar “times” juvenis voltou a ser forte. Os “Meninos da Vila”, como eram chamados Pita, Nílton Batata, Juary e João Paulo, levaram outro título paulista para Santos.
Quatro anos depois, em 1984
, foi a vez de jogadores mais experientes, como o goleiro uruguaio Rodolfo Rodríguez e o centro-avante Serginho, autor do gol da vitória por 1X0 no jogo decisivo contra o Corinthians, lideraram o clube na conquista de mais um Paulistão.
Aparece Robinho e logo... Neymar
Após um período de títulos escassos, como o Torneio Rio São Paulo em 1997 e a Copa Conmebol, em 1998, Santos retorna ao seus melhores dias, uma vez mais apostando na juventude. Em 2002, Diego e Robinho, este pedalando sobre o corinthiano Rogério na vitória de 3X2 na final, deram ao clube seu primeiro título do atual Campeonato Brasileiro. Que seria repetido dois anos depois, em 2004.
No tradicional Campeonato Paulista
, a hegemonia do Santos também regressa, com dois bicampeonatos, conquistados em 2006-2007 e 2010-2011. O “garoto gênio” desta vez era outro: Neymar. Jogando ao lado de Paulo Henrique Ganso, e antes do clube chegar ao seu Centenário, ele conseguiu restituir o clube no alto do pódio nacional (com a conquista da Copa do Brasil de 2010) e da América, com a reconquista da Libertadores de 2011.
O hoje Clube de Neymar antes de Robinho
e sobre tudo o Rei Pelé, entre muitas outras figuras chega a seu centenário como campeão da América e mais legítimo representante do “jogo bonito” dos brasileiros. Não é um título menor.
(4 de Abril de 2012/ Fonte: Site da Conmebol/Tradução: da Redação do Vermelho,Vanessa Silva)
Fonte - http://www.vermelho.org.br)

sábado, 14 de abril de 2012

Poesia de gênio

Pode ser que um dia deixemos de nos falar... / Mas, enquanto houver amizade, / Faremos as pazes de novo. / Pode ser que um dia o tempo passe... / Mas, se a amizade permanecer, / Um de outro se há-de lembrar. / Pode ser que um dia nos afastemos... / Mas, se formos amigos de verdade, / A amizade nos reaproximará. / Pode ser que um dia não mais existamos... / Mas, se ainda sobrar amizade, / Nasceremos de novo, um para o outro. / Pode ser que um dia tudo acabe... / Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, / Cada vez de forma diferente. / Sendo único e inesquecível cada momento / Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre /. Há duas formas para viver a sua vida: / Uma é acreditar que não existe milagre. / A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
(Albert Einstein)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Adeus ao amigo Rivaldo Guimarães Batista

Faleceu ontem, dia 12, em São Paulo, o Juiz de Direito aposentado, jornalista, advogado e poeta Rivaldo Guimarães Batista.
A sociedade acreana está de luto com a perda inestimável desse profissional responsável, probo e respeitado, do esposo e do pai de família exemplar, do ser humano singular, do torcedor apaixonado pelo Atlético Clube Juventus e Clube de Regatas do Flamengo, bem como do amigo de todas as horas. Ano passado, Rivaldo e sua esposa Arnete festejaram as bodas de prata de sua feliz união, numa linda festa em que compareceram a família, amigos e convidados especiais.
Tio Joaquim Cruz e sua esposa Maria e eu comparecemos ao evento para desejar felicidades ao querido casal.
Seu corpo chegará hoje, sexta-feira, em Rio Branco, e o velório será realizado na Igreja de São Peregrino, no Bairro da Floresta. Meus sinceros pêsames a família enlutada pela irreparável perda, rogando a Deus que o receba em seu reino e que descanse em paz.
Adeus, amigo Rivaldo Guimarães Batista.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Aracy, o “Anjo de Hamburgo”.

Deputada quer homenagear brasileira que salvou judeus do nazismo
A Europa, durante a Segunda Guerra Mundial, foi cenário de um dos capítulos mais nefastos da história da humanidade, o Holocausto. Entre 1939 e 1945, o Governo totalitário de Adolf Hitler, na Alemanha, disseminou o regime nazista que exterminou 6 milhões de judeus em campos de concentração espalhados por todo o continente.
Aracy
Casada com o diplomata Guimarães Rosa, a brasileira Aracy salvou judeus do regime nazista e depois enfrentou o Estado Novo
Foi durante este capítulo da história mundial que pessoas comuns foram capazes de atos de heroísmo para salvar a vida de milhares de outras pessoas. Um desses atos heróicos foi protagonizado pela brasileira Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, que ficou conhecida como o
“Anjo de Hamburgo”.
A história de vida de Aracy, que morreu no ano passado aos 102 anos, ainda é pouco conhecida em seu próprio País. Enquanto trabalhava no Consulado do Brasil em Hamburgo, a brasileira ajudou judeus a fugirem do Holocausto e a entrarem no Brasil ilegalmente durante a ditadura do Estado Novo, de Getúlio Vargas. O ato de humanidade e bravura é reconhecido no mundo inteiro.
Jardim dos Justos
Ela é a única mulher a ter o nome inscrito no Jardim dos Justos, no Museu do Holocausto, em Israel
. Agora, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB-AP) quer o nome de Aracy gravado no Livro Heróis da Pátria, que confere homenagem aos brasileiros que se destacaram por atos de bravura. “Estamos diante de uma heroína convicta. Uma personalidade histórica digna de ser resgatada e incluída também na história do País que ela tanto amou e honrou”, defende a autora do projeto de Lei 3.435 de 2012. A dimensão do ato de Aracy ganha proporção quando lembrado que, em 1938, entrou em vigor no Brasil a Circular Secreta 1.127, que restringia o ingresso de judeus no País. Para burlar a medida, a paranaense, que despachava com o cônsul geral, misturava os vistos com a papelada para assinatura e não punha no documento a letra J, que identificava quem era judeu.
Casada com o romancista João Guimarães Rosa, autor do clássico Grande Sertão Veredas,
Aracy chegou a transportar judeus no próprio carro, escondidos no porta-malas. O casal permaneceu na Alemanha até 1942. Depois que regressou ao Brasil, a mulher que combateu o nazismo e desafiou os desmandos do Estado Novo, não titubeou em enfrentar a ditadura militar instalada em 1964. Ela livrou políticos, intelectuais, compositores e artistas da violência da ditadura, entre eles o cantor Geraldo Vandré. Se a homenagem for aprovada no Congresso Nacional, o nome de Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, o “Anjo de Hamburgo” passa a figurar ao lado de outros conhecidos heróis brasileiros como Alberto Santos Dumont; Zumbi dos Palmares; Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes; D. Pedro I e Duque de Caxias. - (Fonte: Blog do Correa Neto)
(Fonte - http://www.vermelho.org.br)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Belezas de Papicu/Dunas (Fortaleza)

Bairro de Papicu
Papicu, que na linguagem indígena significa "Lagoa Comprida" é um dos mais tradicionais bairros da zona leste de Fortaleza, a capital cearense. No bairro estão instalados o Hospital Geral de Fortaleza, o Terminal de ônibus Papicu, o mais movimentado da cidade e a famosa Lagoa do Papicu. A Lagoa de Papicu dentro em breve será objeto de urbanização com a construção de um calçadão no seu entorno, ciclovia, campo de futebol, quadra poliesportiva, pista para skate e equipamentos de ginástica. Ao lado da lagoa, será construído o RioMar Shopping Fortaleza, que todos os moradores do bairro aguardam ansiosamente pela inauguração.
Bairro Dunas/De Lourdes
Uma bela vista da capital, muito verde, ar puro, tranquilidade e um pôr-do-sol espetacular são características do antigo bairro Dunas, hoje De Lourdes. O Bairro Dunas/De Lourdes, localizado entre Papicu e a Praia do Futuro, tem vista privilegiada e beleza ímpar, ruas asfaltadas, boa infra-estrutura ambiental, um parque lindo, com vegetação nativa, onde foram plantadas 3.000 árvores, condomínios luxuosos e a Igreja de Nossa Senhora de Lourdes construída em estilo arquitetônico moderno, graças às doações dos fiéis. Em razão de sua localização privilegiada, em cima da duna e com vista para a linda Lagoa de Papicu, tornou-se roteiro constante dos visitantes da cidade. A vista da Praça Monsenhor Amarílio, considerada uma das áreas mais altas e ventiladas é uma das mais bonitas de Fortaleza. A Cruz do Cruzeiro é o marco zero do lugar.
Praticando caminhadas
Esses dois bairros, separados apenas por uma rua, oferecem um percurso de cerca de 5 km aqueles que gostam de praticar caminhadas: Capitão Paulo Fernandes e eu usufruímos bastante dessa prática nesse local de beleza ímpar. Detalhe: é na área que fica dentro desse murão, ao lado direito da foto, que será construido o RioMar Shopping Fortaleza.
Maravilha!

Ator se enforca por acidente durante encenação da Paixão de Cristo, em Itararé (SP)

Ator se enforca por acidente durante encenação da Paixão de Cristo, em Itararé (SP)
Thiago Klimeck, 27, se enforcou acidentalmente quando interpretava Judas em encenação da Paixão de Cristo e está internado em estado grave em um hospital no interior de São Paulo. O episódio ocorreu na Sexta-Feira Santa (6) na cidade de Itararé, a 345 quilômetros ao oeste de São Paulo, onde o ator Thiago Klimeck fazia o papel de Judas, que segundo o Evangelho, se enforcou após entregar Jesus. Klimeck, aparentemente, se enganou ao puxar os nós da corda que tinha ao redor do pescoço. "Quando chegamos ao local o ator estava desacordado e foi levado imediatamente para Santa Casa", segundo informações da Guarda Municipal ao UOL. Procurada, a Santa Casa informou que não podia dar informações sobre o caso de Thiago. Depois de alguns minutos, no entanto, os atores perceberam que ele estava inconsciente, e com a ajuda de socorristas o tiraram da corda e o levaram para um hospital. Devido à gravidade do caso, na manhã deste sábado (7) ele foi transferido para um hospital da cidade vizinha de Itapeva.
(Fonte/matéria - http://noticias.bol.uol.com.br (Do UOL, em São Paulo* Com informações da agência EFE)