quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Salve SÃO SEBASTIÃO

Salve dia 20 de janeiro
Salve São Sebastião, meu santo protetor.
Na Catedral Metropolitana de Belém/Igreja da Sé

20 de Janeiro, dia de SÃO SEBASTIÃO

SÃO SEBASTIÃO

Sebastião na França, mas foi educado em Milão, na Itália. Pertencente a uma família cristã, foi batizado ainda pequenino. Mais tarde, tomou a decisão de tornar-se militar nas tropas romanas, sendo um dos oficiais prediletos de Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e protetor ativo dos cristãos.
Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo, inclusive o governador de Roma e seu filho. Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado e teve que comparecer ante ao imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.
Levado à presença de Diocleciano, Sebastião não negou sua fé. O imperador lhe deu ainda uma chance para que escolhesse entre sua fé em Cristo e o seu posto no exército romano. Ele não titubeou, ficou mesmo com Cristo. A sentença foi imediata: deveria ser amarrado a uma árvore e executado a flechadas.
Sebastião foi dado como morto e ali mesmo abandonado. Entretanto, quando uma senhora cristã foi até o local à noite, pretendendo dar-lhe um túmulo digno encontrou-o vivo! Levou-o para casa e tratou de suas feridas até vê-lo curado.
Depois de curado, ele apresento-se ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo e irado com tamanha ousadia, o sanguinário Diocleciano o entregou à guarda pretoriana após condena-lo, desta vez, ao martírio no Circo. Sebastião foi executado então com pauladas e boladas de chumbo, sendo açoitado até a morte, no dia 20 de janeiro de 288.

ORAÇÃO Ó Deus, Nosso Senhor, dá-me espírito de fortaleza, para que, sustentado pelo exemplo de São Sebastião, possa obedecer mais a Ti do que aos homens. Dá-me, também, a graça de imitar sua constância na fé. Amém.

(Fonte - Portal Católico)

domingo, 18 de janeiro de 2015

Ceará comemora 216 anos de emancipação


Dia do Ceará 17/01/2015
Ceará comemora 216 anos de emancipação
Há 216 anos, Portugal assinava Carta Régia que decretava a emancipação administrativa do Ceará, até então subordinado a Pernambuco. A data passa a ser comemorada quando foi instituído o Dia do Ceará, em 2004. Foi Maria, a que anos depois ganhou nome de louca, quem decidiu, à revelia do que queria a capitania de Pernambuco: após 143 anos de subordinação, em 1799, o Ceará, emancipava-se de
Pernambuco, que perdeu, em uma Carta Régia só, os territórios que hoje são o Ceará e a Paraíba, estava em baixa, com o ciclo da cana-de-açúcar mal das pernas. Com o algodão sendo vendido até para Inglaterra, quem estava por cima da carne seca era o Ceará. O decreto da rainha, feito em um 17 de janeiro como hoje, 216 anos atrás, pretendia que o controle português das negociações com o Ceará não tivesse intermediários.
Em 2004, a lei estadual determinou que hoje fosse comemorado o Dia do Ceará, e durante todo o dia há programação em Fortaleza e em Aquiraz, a primeira capital do Estado. “A data marca a emancipação administrativa do território de Pernambuco, mas o processo de construção do que é o Ceará e o cearense permanece acontecendo”, explica Airton de Farias, professor e historiador.
O Ceará, como conhecemos hoje, não se criou com o decreto. “Ele foi desenvolvendo-se a partir do fortalecimento do forte do Ceará, em torno do rio Ceará, que onde hoje é Fortaleza. Tanto que é difícil precisar em que momento o Ceará ganha esse nome”, comenta o historiador. Airton relembra, para exemplificar a hegemonia da região onde hoje é Fortaleza, um costume próprio de pessoas do interior do Estado que, quando vinham para a Capital, diziam: “Eu vou para o Ceará”.
Até então, existiam no Ceará figuras administrativas como o capitão-mor e os ouvidores, que tinham de responder administrativamente ao governador da capitania de Pernambuco. E não eram incomuns os desmandos atribuídos aos capitães-mor que aconteciam pela distância do controle pernambucano.
Com a emancipação, a capitania passa a ter o governador próprio. O algodão, que antes era obrigado a passar por Pernambuco - aumentando o frete, o tempo de distribuição e os impostos embutidos -, poderia ser diretamente repassado para Portugal.
“Mas a capitania ainda permanece, seja pelo costume ou pela inexistência de uma estrutura de porto para escoamento, muito ligada a Pernambuco”, destaca Airton, apontando a Revolução de 1817 e a Confederação do Equador, revoltas comandadas pela colônia vizinha que tiveram participação do Ceará. Airton cita ainda a Região do Cariri que, pela proximidade territorial e os vínculos familiares, até hoje ainda mantém ligações com Recife.

Cearensidade
“A construção da ideia de Ceará e do cearense se dá mais fortemente no Segundo Reinado (1840-1889), quando são estudados a linguagem, a música, a literatura, a cultura”, explica Airton. Da emancipação para a vaia, o baião de dois, o sertanejo honesto e forte e o humor muito peculiar foi preciso ainda um longo caminho.

(Fonte - Leia matéria completa no site www.opovo.com.br)

Pois é ...

(Fonte - Facebook)

Beijimmmmmmm ...

(Fonte - Facebook)

Para ler e refletir ...

TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI

Não pude deixar de compartilhar... Me emocionei pela verdade no texto, não deixem de ler!
" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:e
— Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "

(Autor desconhecido)
(Fonte - Inteligente vida/Facebook)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Praça do Ferreira, passeando pela História

Praça do Ferreira
Praça do Ferreira é uma praça situada no Centro da cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará. Possui uma área de 7.603 metros quadrados, limitando-se pelas ruas Major Facundo, Floriano Peixoto, Dr. Pedro Borges e Travessa Pará.
Seu nome é referência ao Boticário Ferreira que em 1871, enquanto presidente da câmara municipal, fez uma reforma na área e urbanizou o espaço. Após séries de pesquisas, a Praça do Ferreira foi oficialmente declarada Marco Histórico e Patrimonial de Fortaleza pela lei municipal 8605 de 20 de dezembro de 2001.2 Em 1839 era apenas um campo de areia com um grande poço no centro, que funcionou até 1920, quando o então prefeito Godofredo Maciel deu inicio a reforma.3 4
O local é bastante conhecido pelo seu relógio, que é localizado no centro da praça. O relógio foi construído em 1933, foi projetada pelo engenheiro José Gonsalves da Justa, durante a gestão municipal de Raimundo Girão, em estilo Arte-Decó.5 Ficou popularmente conhecido como Coluna da Hora,5 mas em 1967 foi derrubado. Vindo a ser construída novamente em 1991, bastante diferente da primeira — que possuía estilo "Art Dèco" de cimento e pó de pedra — mas também significativa.3 6
Em 1920, erguiam-se cinco artísticos quiosques que abrigavam quatro cafés em cada canto da praça. O Café Java, sendo o mais conhecido serviu como sede para as reuniões da Padaria Espiritual, fundada por Antonio Sales. Godofredo Maciel, fechou o poço central e mandou retirar os quiosques, construiu um palanque ao ar livre e a banda da policia executava, todas as quintas feiras, suas sinfonias e também construiu jardins em uma reforma no ano de 1920 e em 1923 substituiu o palanque, por outro coberto.7
Por volta de 1945, a praça foi batizava de "Coração da Cidade". Denominação que persiste até hoje, sendo bastante conhecida assim se sendo à imagem que melhor representa Fortaleza. Em 2001, a Praça do Ferreira é escolhida ícone da cidade, escolha é fruto de uma promoção da campanha "Eleja Fortaleza", criada pelo Banco Itaú em parceira com o Sistema Verdes Mares.3 1
(Fonte - http://pt.wikipedia.org)

Com Raquel Mesquita, Mariá Miranda, Rosângela Silva