Acriano, eu?
Nossa Senhora do Desterro, como diz a minha mãe. Esconjuro!!!
Já está decidido: Aqui neste Blog jamais se escreverá outra vez a corruptela
ACRIANO. A permissividade (em maiúsculo) se deu porque me revolta o fato de alguns “estilistas” (em referência à língua e à frescurites) ficarem inventando moda.
Aqui, não! Que mudem o Hino
ACREANO primeiro (será que é possível?), depois a gente conversa.
Sou
ACREANO porque nasci no
ESTADO DO ACRE. Não sou palhaço nem marionete e ainda que fosse, seria por livre e espontânea vontade, não para seguir outros palhaços.
Então, quem quiser ser outra coisa que seja, mas tem que criar um Estado novo e um novo hino.
Taí, não tem um monte de irresponsáveis querendo desenterrar o moribundo Estado do Juruá? Que inventem, e estabeleçam por decreto que quem nascer nele se chamaria “isso aí” que a maioria dos jornais já aceitou como regra.
Aqui, não!
Ah, o Hino
ACREANO? Pois é, para facilitar o trabalho dos “especialistas” vou sublinhar na letra, as duas partes em que deverão fazer as devidas gambiarras:
HINO ACREANO. /
I /
Que este sol a brilhar soberano /
Sobre as matas que o vêem com amor /
Encha o peito de cada
ACREANO /
De nobreza, constância e valor... /
Invencível e grandes na guerra, /
Imitemos o exemplo sem par /
Do amplo rio que brilha com a terra, /
Vence-a e entra brigando com o mar./
(...)
Como se vê, não deve ser muito difícil, né? Mas não façam isso pelo amor de Deus...
(Quinta-feira, 19 de março de 2009 - publicado originalmente no blog
http://minhascolinas.blogspot.com)