Shopping RioMar promete revitalizar área do Papicu

Grupo JCPM deu ontem o primeiro passo com a Prefeitura para viabilizar o empreendimento, que ainda não tem data para iniciar obras. FOTOS: DIVULGAÇÃO/WALESKA SANTIAGO(maquete eletrônica e o terreno)
Somente em impostos nas três esferas fiscais, o novo shopping deverá gerar anualmente a cifra de R$ 150 milhões
Novas marcas no varejo de Fortaleza, opções de lazer em um só lugar e revitalização de parte do bairro Papicu. Esses são os principais diferencias do RioMar Shopping de Fortaleza, cujo projeto foi apresentado ontem pelo grupo investidor, o pernambucano JCPM, para a prefeita Luizianne Lins.
Com investimento de R$ 600 milhões, o centro de compras terá 445 lojas, sendo 15 âncoras, 17 megalojas, 348 lojas satélites, cinema com 12 salas, diversões eletrônicas, uma academia de ginástica, teatro com 500 lugares, oito restaurantes, 50 operações de fast food. Para beneficiar a comunidade, o grupo se comprometeu a revitalizar e manter a Lagoa do Papicu, a construir 75 casas para as famílias que serão removidas da área e capacitar moradores da região e do Serviluz.
Forte apelo ao lazer
O presidente do grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça, garante que a concepção do projeto leva em consideração as características físico-geográficas do entorno, associadas às modernas tecnologias. "A forte característica será o espaço de lazer", acrescentou. "E as novas marcas que vão chegar para o mercado de Fortaleza". De acordo com ele, o foco de atuação do shopping será atrair o público das classes socioeconômicas A, B, C e D. O novo equipamento promete ser um dos maiores shoppings do Nordeste e do País, fazendo parte de uma nova geração de centros de compras do grupo JCPM, com proposta semelhante ao Salvador Shopping, na Bahia, e ao RioMar no Recife, que está em construção. A entrada do JCPM em Fortaleza reforça o portfólio do grupo no setor, que já atua também nos segmentos imobiliário e de comunicação.
Caráter definitivo
O projeto do RioMar no Papicu é de caráter definitivo, de acordo com Mendonça, o que descarta futuras expansões. "O projeto é grande e atende ao dinamismo do setor de serviços, que é uma das vocações econômicas de Fortaleza", afirmou.
(Fonte – leia matéria completa no http://diariodonordeste.globo.com/em 09.06.2011)