(Fonte/Ilustrações - Internet)
Ellen Johnson Sirleaf, a presidenta da república da Libéria, economista, mãe de quatro filhos e avó de oito netos, com 72 anos, foi a primeira mulher eleita presidente de um país africano, em 2005. Sua atuação vem contribuindo para garantir a paz na Libéria, a promoção do desenvolvimento econômico e social e garantir o lugar e a participação das mulheres no desenvolvimento do país. Conhecida como a "Dama de Ferro" por sua tenacidade na luta contra a corrupção e por denunciar o que ia mal na Libéria, foi presa por duas vezes na década de 1980.
Leymah Gbowee, liberiana, assistente social e mãe de seis filhos, 39 anos, é pacifista, também conhecida como “a guerrilheira da paz”, que fez da oração seu instrumento de luta; a ativista iemenita se preocupou em organizar as mulheres independentemente de divisões étnicas e tribais, ajudando-as a garantir seus direitos políticos; durante a segunda guerra civil liberiana, em 2003, notabilizou-se ao mobilizar as mulheres de seu país pelo fim da guerra com o famoso movimento conhecido como "greve de sexo", durante o qual as liberianas negaram sexo aos homens até que cessassem os combates.
Tawakkul Karman, jornalista e ativista iemenita, 32 anos, é mãe de três filhos; suas principais bandeiras incluem a luta pelos direitos das mulheres, a liberdade de expressão, a libertação dos presos políticos, o afastamento do presidente do Iêmen, a plena democracia e a paz. Em razão de sua atuação na liderança dos protestos pacíficos contra o regime de Ali Abdullah Saleh, já foi presa e ora se encontra em liberdade condicional desde 24 de janeiro. Sua atuação inclui participação no movimento conhecido como “Primavera Árabe”, que luta pela abertura democrática no mundo árabe, é membro do principal partido islâmico do Iémen, Al-Islah, e preside a organização “Mulheres Jornalistas Sem Correntes”, entidade que defende a liberdade de expressão e os direitos humanos.
(Fonte/Fotos - Internet)
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Bento de Albuquerque
(Contato - bentocristal@gmail.com)
Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.
A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org).
Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).
A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.
A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.
(Fonte: Texto- http://www.outubrorosa.org.br - Ilustrações - Internet)