quarta-feira, 24 de outubro de 2012

ACRE: Giovanna Prado é finalista do Menina Fantástica 2012

Giovanna Prado já é modelo há dois anos e trabalhou durante seis meses em Cingapura e na Tailândia.
Giovanna Prado, 18 anos, está na final do Menina Fantástica 2012/Foto: divulgação/globo
A acreana Giovanna Prado, 18 anos, está na final do Menina Fantástica 2012 e vai concorrer a uma vaga na casa. Mais de 1 milhão de meninas foram avaliadas em 256 cidades e destas apenas 50 foram selecionadas para a semifinal. Além de Giovanna, a amazonense Amanda de França foi selecionada para a final.
A semifinal da região Norte aconteceu no Teatro Amazonas, em Manaus. A vencedora da última edição do concurso, a paraense Tayná Carvalho comandou o time de jurados.
Giovanna Prado já é modelo há dois anos. Trabalhou durante seis meses em Cingapura e na Tailândia. Gio, como é apelidada pelos amigos, tem 1,78 de altura, 53 quilos, 90 cm de quadril, 57 cm de cintura e 76 cm de busto.
O concurso Menina Fantástica começou no dia 20 de agosto, com quatro ônibus rodando o Brasil. Foram quase dois meses em que os olheiros avaliaram garotas com o sonho de ser a nova top model brasileira.
Nesses dois meses, foram pré-selecionadas 225 meninas para participarem das 15 seletivas estaduais/regionais. De cada seletiva, três foram escolhidas para seguir para a semifinal. 24/10/2012
(Fonte: A Gazeta do Acre/Leia matéria completa no site http://www.contilnetnoticias.com.br)

Vamos ajudar o Gari



segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Almoço com iguarias paraenses

Domingo foi dia de almoço especial na residência da bela amiga acreana/paraense, a professora Cristina Cabeça, que já reside no Acre a alguns anos, mas nao esquece suas origens.
A Jornalista Surama Chaul e sua mãe, a Delegada Dra. Cele Chaul,euzinha e minha amiga Teté fomos as felizes convidadas.
No cardápio, um "menu" com sabor típico da cozinha paraense: entradas feitas com diversas pastas com pimenta e berinjela, e como pratos principais o famoso pato ao tucupi e a maniçoba.
Bolo de laranja, pudim de pupunha (uma delícia) e creme de cupuaçu com castanhas, foram as principais sobremesas, tudo servido com o maior esmero, num ambiente requintado que evidenciou o bom gosto da nossa anfitriã.
A bela adormecida Surama Chaul deu aquela relaxadinha básica, após saborear pato ao tucupi e maniçoba, porque ninguém é de ferro.
Na sua aconchegante residencia, a bela paraense professora Cristina Cabeça tem como decoração um verdadeioro museu indígena, com peças originais adquiridas numa aldeia nos arredores de Feijó, para onde foi realizar um trabalho e ficou encantada com os produtos todos confeccionados com material oriundo da floresta.
E aí, fizemos um verdadeiro ensaio utilizando os belos adereços das nossas irmãs indígenas.
Dra. Cele Chaul, uma alegre, feliz e bela indígena
Homenagem a d. Rosa
Homenagem a d. Rosa, uma índia da tribo dos Nauas, amiga de minha mãe Violeta. Qdo vinha a cidade de CZS, ela se hospedava em nossa casa. Qdo bem pequena, eu tinha crises com as amidalas inflamadas e febre alta. D. Rosa me dava um remedio: machucava açúcar, pimenta do reino e outra coisa q nao me lembro mais, até virar um po bem fininho. Eu chorava p q ardia, mas ela me fazia engolir sem muita conversa. Depois do tal tratameto fiquei curada e nunca mais sofri com minhas amídalas. Descanse em paz, minha saudosa benfeitora.
Obrigada, maravilhosa, nós adolamossssssssss. Valeu, estamos aguardando o próximo convite, que esperamos seja breve. Abração.

sábado, 20 de outubro de 2012

Delícias do Pará

Minha bela amiga Cristina Cabeça, me fez o convite e eu aceitei: almoçaremos hoje em sua residência, nada mais nada menos que pato ao tucupi, maniçoba e outras delícias da culinária paraense. Um "menu" q dá água na boca só de pensar, pq nessas iguarias a professora já demonstrou seus dotes culinários e é uma "expert" no assunto. Valeu, obrigada, maravilhosa.
Vou sentir muita falta da minha outra amiga paraense, a bela Angelica Santana.

Assim é a vida....

Assim é a vida....
Aos 02 anos sucesso é: conseguir andar
Aos 04 anos . sucesso é: não fazer xixi nas calças
Aos 12 anos . sucesso é: ter amigos
Aos 18 anos . sucesso é: ter carteira de motorista.
Aos 20 anos. Sucesso é: fazer sexo
Aos 35 anos. Sucesso é: dinheiro
Aos 50 anos. Sucesso é: dinheiro
Aos 60 anos. Sucesso é: fazer sexo
Aos 70 anos. Sucesso é: ter carteira de motorista.
Aos 75 anos. Sucesso é: ter amigos
Aos 80 anos. Sucesso é: não fazer xixi nas calças
Aos 90 anos. Sucesso é: conseguir andar.

ASSIM É A VIDA...
...NÃO LEVAMOS NADA DELA,
PARA QUE PERDER TEMPO COM MALDADE, FALSIDADE, FALTA DE AMOR, DESRESPEITO, MAU HUMOR, E TANTAS BOBAGENS SEM SENTIDO?
TODOS TEREMOS O MESMO DESTINO, INDEPENDENTEMENTE DA CONDIÇÃO FINANCEIRA, DA CLASSE SOCIAL. PORTANTO, AME,
BRINQUE, PERDOE E APROVEITE A VIDA...
SUCESSO É SER FELIZ !!!
E PARA SE CONSEGUIR SER FELIZ,
É PRECISO TER CORAGEM!!!
(compartilhada do face da minha amiga potiguar, a jornalista Nadja Farias)

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

AOS MESTRES, COM CARINHO, (de Patrycia Coelho)

Talvez o maior desafio de um professor seja ser lembrado por seus alunos como alguém que fez a diferença em algum momento das vidas deles. Alguém de quem eles gostem de lembrar, alguém que eles tenham prazer de encontrar. Alguém com quem possam ter aprendido algo importante. Alguém que tenha sabido dizer não ou mesmo alguém que tenha compreendido o quanto a adolescência é uma fase diferente.
(Eu e o Marcos no Casarão, lugar histórico e querido...)

Relembro com saudades da Irmã Clemens, minha professora da alfabetização, a primeira de que me recordo. Não tenho a menor ideia de onde ela esteja agora, mas guardo as melhores lembranças dela, com seus olhos claros e uma paciência de Jó. Ainda estudávamos uva sem comê-las ou mesmo ter acesso a elas, mas eu adorava preencher aqueles carimbos da cartilha e depois pintá-los com esmero. Lembro também da professora Marta Cruz, no Sesi, para onde mamãe me levou para cursar a terceira série do primário.
A escola era nova e tinha assistência médica, se não me engano. A professora Marta chamou minha mãe para dizer que eu terminava muito cedo as tarefas e tinha condições de acompanhar a quarta série. Lá fui eu, cheia de medo, miudinha e magrela. Por conta disso, entrei no antigo ginásio com dez anos de idade, mas fui em frente. O CNEC, a escola que eu frequentei, abriu um leque de professores: Angelina, João Batista, Moacir, Corina, minha tia Celeste, Olívia, Irmãs Cláudia e Madalena e tantos outros mestres que ajudaram a construir nossa personalidade e que ainda hoje, tenho prazer de encontrar pela cidade.
A vida seguiu, passei anos fora, voltei, fiz a faculdade e me deparei sempre com pessoas especiais a quem rendo homenagens pela paciência. Não é fácil encarar várias turmas de crianças, adolescentes ou mesmo adultos com suas verdades, suas vontades e sobreviver. Por isso, admiro quem tem essa capacidade de dividir o conhecimento, muitas vezes de forma voluntária.
Hoje, além de todos os meus mestres e mestras, homenageio uma pessoa com quem tenho o privilégio de conviver e aprender sempre. E fico orgulhosa quando estou junto com ele em muitos reencontros com ex-alunos que invariavelmente relembram uma palestra de dez anos atrás, um livro que foram incentivados a ler, um passeio à uma biblioteca e um clube do livro que era novidade para uma meninada que ainda não tinha celular nem vídeo game. (Segunda-feira, 15 de outubro de 2012).

(Leia matéria completa no site http://www.mesanafloresta.blogspot.com.br/)


RECADINHO - Obrigada pelo carinho da lembrança, minha linda e querida ex-aluna Patrycia Coelho, inteligente desde "criancinha", tanto q tive de chamar a Marissanta e dizer-lhe: - Sua menina está bem adiantada, ela tem condições de acompanhar a 4ª série. E assim, la se foi minha aluna para uma série mais adiantada.Saudades desse nosso tempo bom, no SESI/AC. Valeu, maravilhosa, abração. Adoleiiiiiiiiiii!

terça-feira, 16 de outubro de 2012