Francesa vai casar com morto
http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/curiosidades/2014/03/06/noticiascuriosidades,3216083/francesa-vai-casar-com-morto.shtml
quinta-feira, 6 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
BAMBU
AS 7 VERDADES DO BAMBU
Da natureza o Reiki tomou como símbolo o bambu que, em sua simplicidade, resistência ao vento (quando enverga), vazio, retidão e perfeição, pode representar, metaforicamente, o funcionamento da energia. O bambu é flexível, apesar de forte; ele reverencia o vento que o toca soprando, ele se dobra à vida mostrando-nos que quanto menos um ser se opuser à realidade da vida, mais resistente se tornará para viver em plenitude.❀ A primeira verdade que o bambu nos ensina e a mais importante: humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
❀ Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus e na oração.
❀ Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas, antes de crescer, ele permite que nasçam outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. E estão sempre grudados uns nos outros, tanto que, de longe, parecem uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
❀ A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
❀ A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós` ( e não de eu`s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a DEUS que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
❀ A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preencha, que roube nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
❀ Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é: ele só cresce para o alto, ele busca as coisas do Alto, essa é a sua meta.
Namastê _
(Fonte - Facebook)
Da natureza o Reiki tomou como símbolo o bambu que, em sua simplicidade, resistência ao vento (quando enverga), vazio, retidão e perfeição, pode representar, metaforicamente, o funcionamento da energia. O bambu é flexível, apesar de forte; ele reverencia o vento que o toca soprando, ele se dobra à vida mostrando-nos que quanto menos um ser se opuser à realidade da vida, mais resistente se tornará para viver em plenitude.❀ A primeira verdade que o bambu nos ensina e a mais importante: humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
❀ Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus e na oração.
❀ Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas, antes de crescer, ele permite que nasçam outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. E estão sempre grudados uns nos outros, tanto que, de longe, parecem uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
❀ A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
❀ A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós` ( e não de eu`s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a DEUS que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
❀ A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preencha, que roube nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
❀ Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é: ele só cresce para o alto, ele busca as coisas do Alto, essa é a sua meta.
Namastê _
(Fonte - Facebook)
terça-feira, 4 de março de 2014
Lenda ou Verdade
Relembrando a Infância
Lenda ou Verdade - A cobra grande que mora na volta da Gameleira, no "salão" q existe sob a Igreja Católica no 2º Distrito de Rio Branco/AC
No época que eu era bem jovenzinha (faz tempoooooo ...) quando as pessoas desapareciam nas águas barrentas do rio Acre, o fato era imediatamente computado à lenda da Cobra Grande que encantava os banhistas e os levava p o seu cantinho preferido, no "salão" q diziam existir sob a Igreja Católica no 2º Distrito de Rio Branco/AC.
Por essa razão, nossas mães nos proibiam terminantemente de tomarmos banho de rio na nossa então famosa CopaBase.
A proibição só era relegada a 2º plano quando o hoje famoso cantor sertanejo Zezé Di Camargo fazia um show especial para a comunidade, no programa de rádio do saudoso Radialista Campos Pereira, ao vivo, ali mesmo na praia. Era a festa, todos compareciam.
Como Zezé era um jovem lindo, talentoso e com um futuro brilhante pela frente, (atualmente está mais lindooooooo ainda), bom mesmo era ficar tietando e assistindo ao show e nem pensávamos em dar uns mergulhos no rio. E assim, ficávamos a salvo da sanha da 'gulosa".
Pois bem, o tempo passou e continuam afirmando que a tal "fera" ainda existe e não deixa escapar um só desavisado banhista daquelas bandas. Mas nunca mais soube de nenhum desaparecimento naquelas imediações. Ainda bem!
Seria lenda do caboclo amazônida?
Acho que com tanta alagação no nosso Rio Acre durante todo esse tempo, a "malvada" já deve ter sumido à procura de um novo "habitat" ou então "partido dessa para melhor".
Sei lá ...
Lenda ou Verdade - A cobra grande que mora na volta da Gameleira, no "salão" q existe sob a Igreja Católica no 2º Distrito de Rio Branco/AC
No época que eu era bem jovenzinha (faz tempoooooo ...) quando as pessoas desapareciam nas águas barrentas do rio Acre, o fato era imediatamente computado à lenda da Cobra Grande que encantava os banhistas e os levava p o seu cantinho preferido, no "salão" q diziam existir sob a Igreja Católica no 2º Distrito de Rio Branco/AC.
Por essa razão, nossas mães nos proibiam terminantemente de tomarmos banho de rio na nossa então famosa CopaBase.
A proibição só era relegada a 2º plano quando o hoje famoso cantor sertanejo Zezé Di Camargo fazia um show especial para a comunidade, no programa de rádio do saudoso Radialista Campos Pereira, ao vivo, ali mesmo na praia. Era a festa, todos compareciam.
Como Zezé era um jovem lindo, talentoso e com um futuro brilhante pela frente, (atualmente está mais lindooooooo ainda), bom mesmo era ficar tietando e assistindo ao show e nem pensávamos em dar uns mergulhos no rio. E assim, ficávamos a salvo da sanha da 'gulosa".
Pois bem, o tempo passou e continuam afirmando que a tal "fera" ainda existe e não deixa escapar um só desavisado banhista daquelas bandas. Mas nunca mais soube de nenhum desaparecimento naquelas imediações. Ainda bem!
Seria lenda do caboclo amazônida?
Acho que com tanta alagação no nosso Rio Acre durante todo esse tempo, a "malvada" já deve ter sumido à procura de um novo "habitat" ou então "partido dessa para melhor".
Sei lá ...
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