quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Indenizaçãp por roubo de carro em estacionamento pago

Iguatemi é condenado a pagar R$ 30 mil a homem que teve carro roubado no estacionamento | O POVO

No Seringal Quixadá, cenário de "Amazônia"

Fazendo um lindo passeio pela História do Acre e visitando, após a revitalização, o Sítio Histórico do Quixadá, antiga sede de seringais tradicionais durante a Revolução Acreana e a época áurea da Borracha na nossa região.
O local tem boa infraestrutura e conta com Pousadas, Restaurante, Museu, Redário, Brinquedoteca, Igreja original da época da extração do látex, trilhas para caminhadas, praia, passeio de barco, a linda curva do Rio Acre, um lindo por do sol e mantido intacto para visitação todo o cenário de gravação da minissérie global “Amazônia”.
Desta vez, estive lá com as amigas Darci Araújo Lima e Juzeide Gastino, a acreana/cearense que veio visitar o torrão natal e ficou encantada com o desfile dos botos que se exibiam pertinho da canoa em que ela tentava pescar.
Como o Museu só abre de Quarta a Domingo, retornaremos breve para concluir o passeio e almoçar uma autêntica galinha caipira.
Conheça vc tbm o antigo Seringal Quixadá, fica pertinho do centro de Rio Branco e a estrada é asfaltada, boa e bem conservada.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Curiosidade: quem são as pessoas mais velhas citadas na Bíblia?

Quais as pessoas mais velhas já citadas da bíblia?
A Bíblia Sagrada tem relatos de pessoas que apresentaram uma longevidade impressionante. As idades históricas das escrituras estão principalmente no primeiro evangelho.
Segundo as histórias bíblicas, relatadas no livro do Gênesis, o mundo teve muitos personagens que viveram mais de 100 anos e são considerados os principais patriarcas do livro sagrado dos cristãos.
Alguns personagens do livro do Gênesis teriam alcançado uma idade média bastante avançada. Segundo a Bíblia, a pessoa mais velha citada é Matusalém, que teria morrido com 969 anos, de acordo com a passagem de Gênesis 5,27.
Outros patriarcas da Bíblia foram Adão e Noé, que viveram, respectivamente, 969 e 365 anos, segundo o livro sagrado. Já Abraão teria alcançado uma idade de 600 anos. Estudiosos acreditam que estas idades eram apenas figurativas, um tipo de liberdade literária, pois as condições de vida e as doenças dos primórdios dos tempos não permitiriam que uma pessoa realmente chegasse a estas idades tão avançadas.
Também existem textos que afirmam que, na Mesopotâmia, alguns personagens teriam chegado à idade de 10 mil anos. Segundo a Bíblia, o homem que tem uma vida longa recebe uma bênção de Deus (Provérbios 10,27).

(Por: Juliana Miranda - Fonte - http://www.sitedecuriosidades.com)

domingo, 2 de novembro de 2014

Para refletir ...

A regra é clara. Mantenha o respeito, por você e pelo próximo. Não machuque, não invada a privacidade, não desconsidere nenhuma opinião, não aceite migalhas, não implore afeto. Tenha sensibilidade nos olhos, força nas palavras e confiança nas atitudes. Não ignore, apenas deixe passar. A gente vence aos poucos, não adianta se desesperar!...
(Maíra Cintra)

2 .11 - Dia de Finados

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação

(Fonte: http://www.arquidiocese-sp.org.br
http://www.velhosamigos.com.br)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Charges Clayton (Eleição 2014)


(Fonte - Charges Clayton/28.10/29.10 e 30.10 - www.opovo.com.br)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

FOLCLORE ACREANO - A balsa para Manacapuru/AM

FOLCLORE ACREANO - A balsa para Manacapuru/AM, a terra onde se dança ciranda ao som do choro do surubim.

Quem nunca foi passageiro da nossa folclórica balsa, após a divulgação do resultado das eleições?
Eu já ... e desta vez com minha candidata ao Senado (Perpétua Almeida) e meu candidato a Deputado Estadual (Marcelo Siqueira). E sem stresss ...
Faz parte da Democracia respeitar o veredicto das urnas, minha genteeeeeeeeeeeeee!

É da autoria de Gilberto Braga, da Companhia de Selva, o primoroso texto sobre essa contribuição genuinamente acreana ao Folclore nacional. Leia e se divirta.

"Esta é genuinamente acreana: pegar balsa significa perder uma eleição. É um misto de brincadeira, chacota e vingança do povo acreano contra os seus políticos. Quando um candidato perde uma eleição, diz-se que ele “pegou balsa”, ou “embarcou na balsa de Manacapuru”.
Isso pode ser dito de forma branda, com tom de brincadeira, mas pode ser dito ou entendido como uma ofensa terrível, uma humilhação a mais para quem já saiu humilhado das urnas. Segundo o folclore político local, depois de cada pleito eleitoral a balsa pra Manacapuru parte do Porto da Gameleira.
Os candidatos derrotados embarcam acompanhados dos assessores e cabos eleitorais mais importantes. O momento mais dramático da viagem dá-se lá longe, já depois da Boca do Acre, quando a balsa cruza a curva que descortina o Estado do Amazonas e aí se aproxima um cardume de surubins para chorar em torno dos perdedores, que surubim é peixe que chora e chora alto. É uma tristeza, um desconsolo sem tamanho. Pegar a balsa e ouvir o choro do surubim é o pior instante da carreira de qualquer político acreano.
Essa história da balsa é tão divertida quanto cruel, pois quem vence e é festejado numa eleição, pode muito bem comandar a balsa do pleito seguinte. Estando na política, é difícil evitar essa viagem. O sujeito perde a eleição e no outro dia não pode sair nas ruas, as pessoas, os amigos, as crianças lhe abordam:
- Pegasse balsa, heim? Depois me conta como é o choro do surubim.
E o pior vem nos jornais, com charges de páginas inteiras, mostrando a balsa repleta de candidatos vencidos, a maioria de passageiro, alguns ainda pior, ralando como tripulante, outros resistindo ao embarque.
Única, original e absolutamente integrada à cena política do Acre, descrita e comentada por toda população, a balsa é uma manifestação cultural impressionante, a mais genuína contribuição acreana ao folclore político nacional. Consta que a história da balsa vem de tempos priscos.
Li que o professor Marcos Fernandes, da Universidade Federal do Acre, descobriu que essa história começou ainda no começo do século. Em 1920 o Governo Federal teria destituído o prefeito do Departamento do Alto Acre, como se fosse pouco, mandou também deportar o alcaide em desgraça. A ordem foi cruel: embarcar o homem numa balsa de propriedade do Governo, largando-o abandonado na primeira curva após o Rio Acre entrar no Estado do Amazonas.
Documentos constantes do acervo do saudoso senador Guiomard Santos, ex-governador do território e patrono da elevação do Acre à condição de Estado, confirmam a longevidade da balsa, da qual, aliás, nem o próprio Guiomard escapou. Os alfarrábios de Santos registram a existência da balsa na década de 50, com jornais locais da época anunciando com entusiasmo o embarque do delegado Aluizio Queiroz, que teria levado uma sova nas urnas em respostas a sua suposta truculência.
Queiroz, no entretanto, resistia, declarando: “não subo na balsa para não viajar em companhia de alguns desafetos políticos”. Mas foi, o que já é um registro inconteste da condição de instituição democrática e popular da balsa.
Mas o folclore político nacional deve creditar o mérito da afirmação dessa fantástica contribuição acreana, ao cronista Aluizio Maia. A partir do fim dos anos 60, ela firmou-se com seus artigos bem humorados, anunciando a preparação da balsa durante as campanhas eleitorais e, depois das eleições, fechando sua ilustre lista de passageiros.
Aluizio também teve o mérito de definir os pontos atuais de partida e de chegada da balsa. Se no primeiro registro dos anos 20 ela largou um solitário passageiro após a primeira curva do Rio Acre no Estado do Amazonas, modernamente parte lotada do Porto da Gameleira, na margem direita do rio, no 2º Distrito da capital Rio Branco, com destino a bucólica cidade de Manacapuru, Amazonas.
Mas agora a balsa se materializa muito além dos artigos de Aluizio. As charges dos jornais são esperadas, repercutidas na televisão e multiplicadas em cópias xerox ou reproduzidas nas gráficas de Rio Branco, para alegria do povo e desespero dos ilustres passageiros, que, por vez, reproduzem o choro triste do surubim".