domingo, 18 de janeiro de 2015
Para ler e refletir ...
TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI
Não pude deixar de compartilhar... Me emocionei pela verdade no texto, não deixem de ler!
" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:e
— Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "
(Autor desconhecido)
(Fonte - Inteligente vida/Facebook)
Não pude deixar de compartilhar... Me emocionei pela verdade no texto, não deixem de ler!
" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:e
— Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "
(Autor desconhecido)
(Fonte - Inteligente vida/Facebook)
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Praça do Ferreira, passeando pela História
Praça do Ferreira
Praça do Ferreira é uma praça situada no Centro da cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará. Possui uma área de 7.603 metros quadrados, limitando-se pelas ruas Major Facundo, Floriano Peixoto, Dr. Pedro Borges e Travessa Pará.
Seu nome é referência ao Boticário Ferreira que em 1871, enquanto presidente da câmara municipal, fez uma reforma na área e urbanizou o espaço. Após séries de pesquisas, a Praça do Ferreira foi oficialmente declarada Marco Histórico e Patrimonial de Fortaleza pela lei municipal 8605 de 20 de dezembro de 2001.2 Em 1839 era apenas um campo de areia com um grande poço no centro, que funcionou até 1920, quando o então prefeito Godofredo Maciel deu inicio a reforma.3 4
O local é bastante conhecido pelo seu relógio, que é localizado no centro da praça. O relógio foi construído em 1933, foi projetada pelo engenheiro José Gonsalves da Justa, durante a gestão municipal de Raimundo Girão, em estilo Arte-Decó.5 Ficou popularmente conhecido como Coluna da Hora,5 mas em 1967 foi derrubado. Vindo a ser construída novamente em 1991, bastante diferente da primeira — que possuía estilo "Art Dèco" de cimento e pó de pedra — mas também significativa.3 6
Em 1920, erguiam-se cinco artísticos quiosques que abrigavam quatro cafés em cada canto da praça. O Café Java, sendo o mais conhecido serviu como sede para as reuniões da Padaria Espiritual, fundada por Antonio Sales. Godofredo Maciel, fechou o poço central e mandou retirar os quiosques, construiu um palanque ao ar livre e a banda da policia executava, todas as quintas feiras, suas sinfonias e também construiu jardins em uma reforma no ano de 1920 e em 1923 substituiu o palanque, por outro coberto.7
Por volta de 1945, a praça foi batizava de "Coração da Cidade". Denominação que persiste até hoje, sendo bastante conhecida assim se sendo à imagem que melhor representa Fortaleza. Em 2001, a Praça do Ferreira é escolhida ícone da cidade, escolha é fruto de uma promoção da campanha "Eleja Fortaleza", criada pelo Banco Itaú em parceira com o Sistema Verdes Mares.3 1
(Fonte - http://pt.wikipedia.org)
Com Raquel Mesquita, Mariá Miranda, Rosângela Silva
Praça do Ferreira é uma praça situada no Centro da cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará. Possui uma área de 7.603 metros quadrados, limitando-se pelas ruas Major Facundo, Floriano Peixoto, Dr. Pedro Borges e Travessa Pará.
Seu nome é referência ao Boticário Ferreira que em 1871, enquanto presidente da câmara municipal, fez uma reforma na área e urbanizou o espaço. Após séries de pesquisas, a Praça do Ferreira foi oficialmente declarada Marco Histórico e Patrimonial de Fortaleza pela lei municipal 8605 de 20 de dezembro de 2001.2 Em 1839 era apenas um campo de areia com um grande poço no centro, que funcionou até 1920, quando o então prefeito Godofredo Maciel deu inicio a reforma.3 4
O local é bastante conhecido pelo seu relógio, que é localizado no centro da praça. O relógio foi construído em 1933, foi projetada pelo engenheiro José Gonsalves da Justa, durante a gestão municipal de Raimundo Girão, em estilo Arte-Decó.5 Ficou popularmente conhecido como Coluna da Hora,5 mas em 1967 foi derrubado. Vindo a ser construída novamente em 1991, bastante diferente da primeira — que possuía estilo "Art Dèco" de cimento e pó de pedra — mas também significativa.3 6
Em 1920, erguiam-se cinco artísticos quiosques que abrigavam quatro cafés em cada canto da praça. O Café Java, sendo o mais conhecido serviu como sede para as reuniões da Padaria Espiritual, fundada por Antonio Sales. Godofredo Maciel, fechou o poço central e mandou retirar os quiosques, construiu um palanque ao ar livre e a banda da policia executava, todas as quintas feiras, suas sinfonias e também construiu jardins em uma reforma no ano de 1920 e em 1923 substituiu o palanque, por outro coberto.7
Por volta de 1945, a praça foi batizava de "Coração da Cidade". Denominação que persiste até hoje, sendo bastante conhecida assim se sendo à imagem que melhor representa Fortaleza. Em 2001, a Praça do Ferreira é escolhida ícone da cidade, escolha é fruto de uma promoção da campanha "Eleja Fortaleza", criada pelo Banco Itaú em parceira com o Sistema Verdes Mares.3 1
(Fonte - http://pt.wikipedia.org)
Com Raquel Mesquita, Mariá Miranda, Rosângela Silva
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Praia do Futuro
"Acordo cedo e vejo o mar se espreguiçando; o sol acabou de nascer. Vou para a praia; é bom chegar a esta hora em que a areia que o mar lavou ainda está limpinha, sem marca de nenhum pé. A manhã está nítida no ar leve; dou um mergulho e essa agua salgada me faz bem, limpa de todas as coisas da noite". (Rubem Braga)
CR7: o melhor e o mais belo do mundo
Cristiano Ronaldo é o melhor do mundo pela terceira vez
Minuto L | Esportes O POVO | Notícias sobre esportes local, nacional e internacional.
(Fonte - Leia matéria completa no site www.opovo.com.br)
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(Fonte - Leia matéria completa no site www.opovo.com.br)
domingo, 11 de janeiro de 2015
Iracema do Mucuripe/Fortal
"Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como seu sorriso (...)
Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu..."
(Do livro "Iracema", de José de Alencar).
A Estátua de Iracema do Mucuripe é uma escultura do artista plástico pernambucano Corbiniano Lins.
A cena, extraída do romance "Iracema" de 1865, a obra mais famosa do escritor cearense José de Alencar, retrata o romance de Iracema, indía da nação Tabajara, com seu marido, o português Martim Soares Moreno, o fiel cachorro Japi e o filho do casal, Moacir. Por amor, Iracema abandona sua tribo e vai viver com seu amor no litoral; ali ficava a contemplar o horizonte aguardando o retorno de seu amado, o “Guerreiro Branco" e também foi dali que a família partiu em uma jangada.
A homenagem ao escritor foi erguida em meio ao cenário da enseada do Mucuripe e suas jangadas, embarcações marítimas muito utilizadas para a pesca artesanal.
A bela obra foi inaugurada em 24 de junho de 1965, durante o centenário do romance.
Visitando o monumento com Arthur, Raquel e Mariquinha Miranda.
Maravilha!
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como seu sorriso (...)
Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu..."
(Do livro "Iracema", de José de Alencar).
A Estátua de Iracema do Mucuripe é uma escultura do artista plástico pernambucano Corbiniano Lins.
A cena, extraída do romance "Iracema" de 1865, a obra mais famosa do escritor cearense José de Alencar, retrata o romance de Iracema, indía da nação Tabajara, com seu marido, o português Martim Soares Moreno, o fiel cachorro Japi e o filho do casal, Moacir. Por amor, Iracema abandona sua tribo e vai viver com seu amor no litoral; ali ficava a contemplar o horizonte aguardando o retorno de seu amado, o “Guerreiro Branco" e também foi dali que a família partiu em uma jangada.
A homenagem ao escritor foi erguida em meio ao cenário da enseada do Mucuripe e suas jangadas, embarcações marítimas muito utilizadas para a pesca artesanal.
A bela obra foi inaugurada em 24 de junho de 1965, durante o centenário do romance.
Visitando o monumento com Arthur, Raquel e Mariquinha Miranda.
Maravilha!
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