quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Feira da Sé - Ambulantes mudam dia e horário para evitar fiscalização

Ambulantes mudam dia e horário da Feira da Sé para evitar fiscalização | O POVO
(Fonte - www.opovo.com.br)

E nós lá, na Feira da Madrugada (Raquel, Mariquinha, Sabrina, Rosangela e eu), assistindo a atuação da Polícia para impedir que os ambulantes invadissem a Avenida em frente ao Mercado Central/Praça da Sé, medida que visa a livre circulação do trânsito no local.
A feirinha agora só pode iniciar após as 19 h e perdura até o amanhecer do dia seguinte, (de quarta para quinta feira e de sábado para domingo), somente nos locais permitidos.
Para recompensar nosso esforço, paciência e boa vontade de aguardar as coisas se organizarem, após mais de 3 horas de espera, fizemos muitas e boas compras!

Monge encontrado em estado de meditação

Monge encontrado em estado de meditação ''não está morto'', dizem budistas | O POVO
(Fonte - www.opovo.com.br)

Parapente, esporte radical.

Assistindo da minha varanda, o espetáculo oferecido pelos esportistas radicais, que utilizam o parapente (paraglider em inglês), para praticar o voo livre e embelezar as tardes da Praia do Futuro.
E eu, olhando, fotografando e me convencendo a um dia desses ter coragem e fazer esse voo com um único objetivo: fotografar o mar de cima. Affffffffff
Maravilha!

Anderson Silva é pego em exame antidoping

Anderson Silva é pego em exame antidoping por uso de anabolizante
(Fonte - www.opovo.com.br)

Assistindo ao Por do Sol

Assistindo ao Por do Sol (da minha janela)

SOL POENTE

Tardinha… “Ave-Maria, Mãe de Deus”
E reza a voz dos sinos e das noras…
O sol que morre tem clarões d’auroras,
Águia que bate as asas pelos céus!
Horas que têm a cor dos olhos teus…
Horas evocadoras doutras horas…
Lembranças de fantásticos outroras,
De sonhos que não tenho e que eram meus!
Horas em que as saudades, p’las estradas,
Inclinam as cabeças mart’rizadas
E ficam pensativas… meditando…
Morrem verbenas silenciosamente…
E o rubro sol da tua boca ardente
Vai-me a pálida boca desfolhando…

(Florbela Espanca)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

2 de Fevereiro - dia de Iemanjá, a rainha do Mar

Iemanjá: a história da rainha do mar
Iemanjá, uma das divindades mais queridas e protetora do mar, tem uma história supercuriosa. Confira
Provavelmente você já ouviu falar da festa em homenagem à Iemanjá, a "Rainha do mar", que ocorre todo o dia 2 de fevereiro em Salvador, na Bahia. Se você já passou uma virada de ano na praia, também já reparou que várias pessoas depositam no mar oferendas para a divindade do candomblé, além de pularem sete ondas como forma de pedir sorte à orixá. Segundo o antropólogo baiano Júlio Braga, as pessoas oferecem a Iemanjá diferentes mimos -sabonetes, velas, flores e perfumes -, pois acreditam que a "rainha" leva consigo para o fundo do mar todos os nossos problemas, confidências, e traz de volta sobre as ondas a esperança de um futuro melhor.
Protagonista de milhões de lendas, Iemanjá se multiplica em várias versões e se transforma de acordo com a cultura. Chegou ao Brasil nos tempos coloniais, trazida pelos escravos. Em terras africanas era a deusa do rio Ogun, rainha das águas doces. "Entre nós, ela se tornou a rainha do mar", explica o antropólogo. Os cabelos negros, os traços delicados e os seios fartos sintetizam na bela divindade o arquétipo da maternidade. Pois é esse seu grande valor: acolher a todos que lhe pedem ajuda, sem julgar nem minimizar a dor de ninguém. Isso lhe vale mais um título, o de deusa da compaixão, do perdão e do amor incondicional.

Um pouco de história....
O nome Iemanjá significa a mãe dos filhos-peixe. Filha de Olokum, Iemanjá foi casada com Oduduá, com quem teve dez filhos orixás.
Por amamentá-los, seus seios ficaram enormes. Infeliz com o casamento e cansada de morar na cidade de Ifé, um dia ela saiu em rumo ao oeste e conheceu o rei Okerê, por quem se apaixonou. Envergonhada de seus seios, Iemanjá pediu ao novo esposo que nunca a ridicularizasse por isso. Ele concordou. Porém, um dia, embriagou-se e começou a ofender a esposa. Entristecida, Iemanjá fugiu.
Desde menina, ela carregava um pote com uma poção que o pai lhe dera para casos de perigo. Durante a fuga, Iemanjá caiu quebrando o pote e a poção a transformou num rio cujo leito seguia em direção ao mar. Okerê, que não queria perder a esposa, transformou-se numa montanha para barrar o curso das águas. Iemanjá pediu ajuda ao filho Xangô e este, com um raio, partiu a montanha no meio. O rio seguiu para o oceano e, dessa forma, a orixá tornou-se a rainha do mar.

(Fonte - http://mdemulher.abril.com.br)

Natureza

"Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza. Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido.
(Leonardo da Vinci)