segunda-feira, 9 de março de 2015

Chuva

"Chove chuva, chove sem parar" ... E eu aqui, na Beira Mar, esperando q ela se vá logo p continuar minha caminhada, interrompida logo no início.
A Mãe Natureza precisa colaborar com a minha boa vontade e disposição.
Aiaiaiaiiiiiiii.

domingo, 8 de março de 2015

Feliz Dia Internacional da Mulher

Feliz Dia Internacional da Mulher
Mulheres fracas, fortes. Não importa.
Mulheres mostram que mesmo através da fragilidade.
São fortes o bastante para erguerem sempre cabeça.
Sem desistir, pois sabemos que somos capazes de vencer.
Temos a delicadeza das flores A força de ser mãe,
O carinho de ser esposa,
Reciprocidade de ser amiga,
A paixão de ser amante,
E o amor por ser mulher!
Somos fêmeas guerreiras, vencedoras,
Somos sempre o tema de um poema
Distribuímos paixão, meiguice, força, carinho, amor.
Somos um pouco de tudo
Calmas, agitadas, lentas!
Vaidosas, charmosas, turbulentas.
Mulheres fortes e lutadoras.
Mulheres conquistadoras
Que amam e querem ser amadas
Elegantes e repletas de inteligência
Com paciência O mundo soube conquistar.
Mulheres duras, fracas.
Mulheres de todas raças
Mulheres guerreiras
Mulheres sem fronteiras
Mulheres... mulheres...

(Fonte poesia - http://www.mensagenscomamor.com)

Por que 8 de Março é o Dia Internacional da Mulher

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.
(Foto - Funcionárias do Instituto de Resseguros do Brasil, primeira empresa no Brasil a ter uma creche para filhos das funcionárias).
Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.
O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.
Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.
Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.
"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinhas.
No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.
(Fonte - http://revistaescola.abril.com.br)

sábado, 7 de março de 2015

Arte nas falésias de Refúgio Dourado, em Majorlândia

Fundada em 1937 pelo Major Bruno da Silva Figueiredo, a vila de pescadores denominada Majorlândia (Terra do Major), está localizada a 12 km da sede do município de Aracati.
Um passeio espetacular é feito de buggy pela orla, saindo de Canoa Quebrada até avistar uma praia que possui uma beleza singular e uma particularidade: localizada a pousada “Refúgio Dourado”, famosa por suas esculturas gigantes, denominadas “A sereia e elementos do mar, Adão e Eva no paraíso, Criação do mundo, Arca de Nóe, O Egito Antigo, Ressurreição de Cristo, Presépio, O Dragão e Roma”.
O proprietário desse paraíso é o Doutor Heitor Dourado, que desde 1994 instalou-se na região e, deslumbrado com a beleza do lugar, convidou o artesão e pescador Antônio Eduardo, mais conhecido como Toinho da Areia Colorida, para embelezar ainda mais o local, e o artista fez verdadeira arte nas falésias no interior da propriedade.
Desde então, a residência do médico e professor paraense transformou-se num local de exposição viva da arte local e parada obrigatória para os admiradores da beleza expressa nas falésias da linda praia da paradisíaca Majorlândia, em Aracati.
Todos os dias o local está aberto para visitação, das 7h às 17h; o visitante contribui com uma taxa de R$ 2,00 por pessoa, para preservar o local, conhece os vários chalezinhos com decoração bem nordestina e aprecia lindos painéis pintados nas paredes internas do ambiente.
O roteiro inclui a visita a “Casinha de Pedra”, residência do proprietário do Refúgio, o falecido Dr. Heitor Dourado, médico tropicalista e professor aposentado pela Universidade Federal do Pará, a ferinha de artesanato local, o bar, a pousada, sem esquecer de assinar o “Livro de Visitas”, além de expressar sua opinião sobre o local, se assim achar interessante.
Maravilha!

Pois é ...

(Fonte - Facebook)
(Fonte - Facebook)

Visitinha inesperada

No passeio à Praia de Paripueira/Alagoas, recebemos com muito carinho uma visitinha inesperada: a presença de um lindooooooo sagui, também conhecido como soim, sauim ou mico-leão, passeando lá no restaurante da praia, com mais uns quatro companheiros que cantavam, corriam, vinham próximo às pessoas,e na maior naturalidade, ficavam nos observando.
Foi muito interessante e todos gostaram da recepção.
O macaquinho é considerado o menor macaco existente na Natureza.
Maravilha!