Domingo de muita adrenalina e desafios, superação de obstáculos, alcance de objetivos e conquista de merecidas vitórias no I Desafio “Rústicos e Aplicados”. Um sucesso de público, número de atletas inscritos e equipes bem preparadas. Ao final, houve a premiação dos classificados do 1• ao 5• lugares no pódium, foi servido um delicioso café da manhã, além daquela chuva oriunda da mangueira do caminhão do Corpo de Bombeiros, q serviu para consagrar o momento e refrescar os atletas exaustos pelo esforço desprendido e q só assim ganharam um novo alento. Parabéns.
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Essa é do Caralho ...
Bom dia e tenha um FELIZ DIA DO CARALHO
O que significa “CARALHO”?
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, “CARALHO” é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas, de onde os vigias prescrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco. Também era considerado um lugar de “castigo” para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo. O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no CARALHO e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão: “MANDAR PRO CARALHO”.
Hoje em dia, CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo. Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer:
“ISTO É BOM PRA CARALHO”
- Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos:
Mas que CARALHO você está dizendo?
- Se nos aborrecemos com alguém ou algo, o mandamos pro CARALHO.
- Se algo não nos interessa dizemos:
NÃO QUERO SABER NEM PELO CARALHO.
- Se, pelo contrário, algo chama nossa atenção, então dizemos:
ISSO ME INTERESSA PRA CARALHO.
- Também são comuns as expressões:
Essa mulher é boa pra CARALHO (definindo a beleza);
Essa dona é feia pra CARALHO (definindo a feiura);
Esse filme é velho pra CARALHO (definindo a idade);
Essa mulher mora longe pra CARALHO (definindo a distancia);
Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “CARALHO”.
- Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos:
“ESSE CARA É DO CARALHO”
- Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama:
“ESTAMOS INDO PRO CARALHO”.
- Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos:
PORRA, POR ONDE CARALHO VOCÊ TEM ANDADO?
É por isso que lhe envio este cumprimento do CARALHO e espero que seu conteúdo o agrade pra CARALHO, desejando que as suas metas e objetivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer “CARALHO”, ou mandar a alguém pro “CARALHO” com um pouco mais de cultura e autoridade acadêmica …
Envia esta mensagem para alguém de quem goste pra “CARALHO”.
E TENHA UM DIA FELIZ!
“UM DIA DO CARALHO”
(Publicado no blog “MardeMaravilhas” http://mariamartacruz.blogspot.com/
em 10 de abril de 2011)
(Fonte – http://www.posto7.com.br/)
O que significa “CARALHO”?
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, “CARALHO” é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas, de onde os vigias prescrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco. Também era considerado um lugar de “castigo” para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo. O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no CARALHO e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão: “MANDAR PRO CARALHO”.
Hoje em dia, CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo. Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer:
“ISTO É BOM PRA CARALHO”
- Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos:
Mas que CARALHO você está dizendo?
- Se nos aborrecemos com alguém ou algo, o mandamos pro CARALHO.
- Se algo não nos interessa dizemos:
NÃO QUERO SABER NEM PELO CARALHO.
- Se, pelo contrário, algo chama nossa atenção, então dizemos:
ISSO ME INTERESSA PRA CARALHO.
- Também são comuns as expressões:
Essa mulher é boa pra CARALHO (definindo a beleza);
Essa dona é feia pra CARALHO (definindo a feiura);
Esse filme é velho pra CARALHO (definindo a idade);
Essa mulher mora longe pra CARALHO (definindo a distancia);
Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “CARALHO”.
- Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos:
“ESSE CARA É DO CARALHO”
- Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama:
“ESTAMOS INDO PRO CARALHO”.
- Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos:
PORRA, POR ONDE CARALHO VOCÊ TEM ANDADO?
É por isso que lhe envio este cumprimento do CARALHO e espero que seu conteúdo o agrade pra CARALHO, desejando que as suas metas e objetivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer “CARALHO”, ou mandar a alguém pro “CARALHO” com um pouco mais de cultura e autoridade acadêmica …
Envia esta mensagem para alguém de quem goste pra “CARALHO”.
E TENHA UM DIA FELIZ!
“UM DIA DO CARALHO”
(Publicado no blog “MardeMaravilhas” http://mariamartacruz.blogspot.com/
em 10 de abril de 2011)
(Fonte – http://www.posto7.com.br/)
Diabetes X Saúde
Os diabéticos não sabem e estão desperdiçando um maravilhoso remédio caseiro - isto reduz rapidamente o açúcar no sangue e melhora bastante o diabetes!
Se você está acima do peso, alimenta-se mal e tem sintomas como depressão e queda da imunidade, atenção!
Você pode ser mais um entre os milhões de diabéticos do mundo.
O diabetes é uma ameaça que não para de crescer.
A taxa mundial de diabetes quase dobrou nas últimas duas décadas, de acordo com estudo publicado na revista médica britânica The Lancet.
Já são quase 400 milhões de pessoas com a doença no mundo, mais de 5% da população mundial.
O estudo divulgado pela The Lancet mostrou um aumento de 45% dos casos de diabetes no mundo de 1990 a 2013.
E quase todo o aumento foi do diabetes tipo 2, que é a forma mais comum da doença e normalmente está relacionada à obesidade.
Esta muito claro, portanto, que o mundo vive uma verdadeira epidemia de dibetes.
E que a principal causa é a alimentação.
Assim, eliminando ou diminuindo bastante o consumo de refrigerante e de alimentos que contêm açúcar ou farinha de trigo, suas chances de desenvolver diabetes cairão enormemente.
Afora o cuidado com alimentação - essencial, repetimos -, existem ótimas receitas naturais para normalizar a taxa de glicose e, por consequência, controlar o diabetes.
Como há muitas pessoas com má vontade com os remédios caseiros e que também são péssimas para compreender texto, queremos deixar claro que não estamos propondo o uso destas receitas naturais em substituição à medicação indicada pelo médico.
As receitas naturais servem para ajudar o tratamento do médico, são complementares.
Se os resultados forem positivos - e quase sempre o são -, você deve conversar com ele e informá-lo.
Enfim, tudo deve ser feito de forma responsável.
Diabetes é uma doença muito séria e não dá para brincar com ela.
Veja alguns sintomas que podem indicar excesso de açúcar no sangue:
- Sede constante
- Perda de peso repentina
- Boca seca
- Cansaço excessivo
- Muita sede
- Visão embaçada
- tontura
- Pele quente e seca
- Transpiração com forte odor de doce
- Perda de apetite
Elas contêm um antioxidante chamado antocianina, que ajuda no tratamento de diabetes.
As folhas também ajudam no tratamento da retinopatia diabética.
Além do diabetes, o chá das folhas de manga ajuda a baixar a pressão arterial, pois tem propriedades hipotensores.
Ele também fortalece os vasos sanguíneos e trata varizes.
É simples fazer este chá: ferva 1 litro de água, desligue o fogo e coloque 1 colher (sopa) da folha picada.
Abafe por dez minutos.
Tome de duas a três xícaras por dia.
2. Chá de carqueja
Este chá tem a capacidade de queimar o excesso de gordura e normalizar a glicose no sangue.
Coloque 1 litro de água para ferver.
Depois, adicione 1 colher (sopa) cheia de folhas de Carqueja picadas (10g) nessa água fervente, já com o fogo desligado.
Espere esfriar e coe.
Tome uma xícara de chá (aproximadamente 200ml) de 3 a 5 vezes por dia.
Mas atenção: você precisará fazer um controle rigoroso dos níveis de glicemia durante o tratamento, pois pode ocorrer uma baixa muito significativa de glicose.
Ou seja, o chá vai baixar a sua glicose, mas você tem que ficar monitorando, para não baixar muito.
(Fonte - https://www.curapelanatureza.com.br/Facebook)
Se você está acima do peso, alimenta-se mal e tem sintomas como depressão e queda da imunidade, atenção!
Você pode ser mais um entre os milhões de diabéticos do mundo.
O diabetes é uma ameaça que não para de crescer.
A taxa mundial de diabetes quase dobrou nas últimas duas décadas, de acordo com estudo publicado na revista médica britânica The Lancet.
Já são quase 400 milhões de pessoas com a doença no mundo, mais de 5% da população mundial.
O estudo divulgado pela The Lancet mostrou um aumento de 45% dos casos de diabetes no mundo de 1990 a 2013.
E quase todo o aumento foi do diabetes tipo 2, que é a forma mais comum da doença e normalmente está relacionada à obesidade.
Esta muito claro, portanto, que o mundo vive uma verdadeira epidemia de dibetes.
E que a principal causa é a alimentação.
Assim, eliminando ou diminuindo bastante o consumo de refrigerante e de alimentos que contêm açúcar ou farinha de trigo, suas chances de desenvolver diabetes cairão enormemente.
Afora o cuidado com alimentação - essencial, repetimos -, existem ótimas receitas naturais para normalizar a taxa de glicose e, por consequência, controlar o diabetes.
Como há muitas pessoas com má vontade com os remédios caseiros e que também são péssimas para compreender texto, queremos deixar claro que não estamos propondo o uso destas receitas naturais em substituição à medicação indicada pelo médico.
As receitas naturais servem para ajudar o tratamento do médico, são complementares.
Se os resultados forem positivos - e quase sempre o são -, você deve conversar com ele e informá-lo.
Enfim, tudo deve ser feito de forma responsável.
Diabetes é uma doença muito séria e não dá para brincar com ela.
Veja alguns sintomas que podem indicar excesso de açúcar no sangue:
- Sede constante
- Perda de peso repentina
- Boca seca
- Cansaço excessivo
- Muita sede
- Visão embaçada
- tontura
- Pele quente e seca
- Transpiração com forte odor de doce
- Perda de apetite
Elas contêm um antioxidante chamado antocianina, que ajuda no tratamento de diabetes.
As folhas também ajudam no tratamento da retinopatia diabética.
Além do diabetes, o chá das folhas de manga ajuda a baixar a pressão arterial, pois tem propriedades hipotensores.
Ele também fortalece os vasos sanguíneos e trata varizes.
É simples fazer este chá: ferva 1 litro de água, desligue o fogo e coloque 1 colher (sopa) da folha picada.
Abafe por dez minutos.
Tome de duas a três xícaras por dia.
2. Chá de carqueja
Este chá tem a capacidade de queimar o excesso de gordura e normalizar a glicose no sangue.
Coloque 1 litro de água para ferver.
Depois, adicione 1 colher (sopa) cheia de folhas de Carqueja picadas (10g) nessa água fervente, já com o fogo desligado.
Espere esfriar e coe.
Tome uma xícara de chá (aproximadamente 200ml) de 3 a 5 vezes por dia.
Mas atenção: você precisará fazer um controle rigoroso dos níveis de glicemia durante o tratamento, pois pode ocorrer uma baixa muito significativa de glicose.
Ou seja, o chá vai baixar a sua glicose, mas você tem que ficar monitorando, para não baixar muito.
(Fonte - https://www.curapelanatureza.com.br/Facebook)
Natureza bela ...
Uma água-viva pode ser linda! Repare na coloração desta!
Foto: Tamara Črnko (facebook.com/tamara.crnko)
www.fly-dive.si
(Fonte - Oceana Brasil/Facebook)
Viver é uma benção ...
“A gente não se dá conta de que a vida é um dom, que a saúde é uma bênção. As pessoas estão muito distraídas disso. Acordar de manhã e lavar o rosto é divino...”
(Caio F. de Abreu)
(Caio F. de Abreu)
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Santa Mônica
A FORÇA DA ORAÇÃO DE UMA MÃE PELO FILHO
Santa Mônica é o exemplo claro do poder da oração das mães pelos filhos. Ela nasceu em Tagaste (África), em 331, de família cristã. Muito jovem, foi dada em casamento a um homem pagão chamado Patrício, de quem teve vários filhos, entre eles Agostinho, cuja conversão alcançou da misericórdia divina com muitas lágrimas e orações. É um modelo perfeito de mãe cristã. Morreu em Óstia (Itália) no ano 387.
Deus estabeleceu uma lei: precisamos pedir a Ele as graças necessárias em nossa vida, para sermos atendidos. Jesus foi enfático: “E eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá” (Lc 11,8-10). Quem não pede não recebe.
Jesus disse isso depois de contar aquele caso do vizinho que bateu na porta da casa do outro para pedir um pouco de pão à meia noite, porque tinha recebido uma visita e estava sem pão. Como o outro não quis atendê-lo, Jesus disse: “Eu vos digo: no caso de não se levantar para lhe dar os pães por ser seu amigo, certamente por causa da sua importunação se levantará e lhe dará quantos pães necessitar”.
Ora, o que Jesus está querendo nos ensinar com isso?
Que devemos fazer o mesmo com Deus. Importuná-lo! Mas, por que Deus faz assim? É para saber se de fato confiamos Nele; se temos fé de verdade, como aquela mulher cananeia, que não era judia, mas que pediu com insistência que curasse o seu filho endemoniado (Mt 15, 22). Se a gente pede uma vez ou duas, e não recebe, e não pede mais, é porque não confiamos Nele.
Santo Agostinho ensinou o seguinte: “Deus não nos mandaria pedir, se não nos quisesse ouvir. A oração é uma chave que nos abre as portas do céu. Quando vires que tua oração não se apartou de ti, podes estar certo de que a misericórdia tão pouco se afastou de ti. Os grandes dons exigem um grande desejo porquanto tudo o que se alcança com facilidade não se estima tanto como o que se desejou por muito tempo. Deus não quer dar-te logo o que pedes, para aprenderes a desejar com grande desejo”.
Ninguém como ele entendeu a força da oração de uma mãe por seu filho; pois durante vinte anos sua mãe, Santa Mônica, rezou pela conversão dele, e conseguiu. Ele mesmo conta isso no seu livro “Confissões”.
Ele disse que sua mãe ia três vezes por dia diante do Sacrário em Hipona, e pedia a Jesus que seu Agostinho se tornasse “um bom cristão”. Era tudo que ela queria, não pedia que ele fosse um dia padre, bispo, santo, doutor da Igreja e um dos maiores teólogos e filósofos de todos os tempos. Mas Deus queria lhe dar mais. Queria mais de Agostinho, esse gigante da Igreja; então, ela precisava rezar mais tempo e sem desanimar. E Santa Mônica não desanimou, por isso temos hoje esse gigante da fé. Fico pensando se ela parasse de rezar depois de pedir durante 19 anos… Não teria o seu filho convertido. E nós não teríamos o Doutor da Graça.
Quando Agostinho deixou a África do Norte, e foi ser o orador oficial do imperador romano, em Milão, ela foi atrás dele. Tomou o navio, atravessou o Mediterrâneo, e foi rezar por seu filho. Um dia, foi ao bispo de Milão, em lágrimas, dizer-lhe que não sabia mais o que fazer pela conversão de seu Agostinho, que o bispo bem conhecia por sua fama. Simplesmente o bispo lhe respondeu: “Minha filha, é impossível que Deus não converta o filho de tantas lágrimas”.
E aconteceu. Santo Agostinho, ouvindo as pregações de Santo Ambrósio, bispo de Milão, se converteu; foi batizado por ele, e logo foi ordenado padre, escolhido para bispo, e um dos maiores santos da Igreja. Tudo porque aquela mãe não se cansou de rezar pela conversão de seu filho… vinte anos!
Santo Agostinho disse nas “Confissões” que as lágrimas de sua mãe diante do Senhor no Sacrário, eram como “o sangue do seu coração destilado em lágrimas nos seus olhos”. Que beleza! Que fé!
É exatamente o que a Igreja ensina: que nossa oração deve ser humilde, confiante e perseverante. Humilde como a do publicano que batia no peito e pedia perdão diante do fariseu orgulhoso; confiante como a da mãe cananeia e perseverante como a da mãe Mônica. Deus não resiste às lágrimas e as orações de uma mãe que reza assim.
Santo Agostinho resume com estas palavras a vida de sua mãe: “Cuidou de todos os que vivíamos juntos depois de batizados, como se fosse mãe de todos; e serviu-nos como se fosse filha de cada um de nós”.
O exemplo de Santa Mônica ficou gravado de tal modo na mente de Santo Agostinho que, anos mais tarde, certamente lembrando-se da sua mãe, exortava: “Procurai com todo o cuidado a salvação dos da vossa casa”. Já se disse de Santa Mônica que foi duas vezes mãe de Agostinho, porque não apenas o deu à luz, mas resgatou-o para a fé católica e para a vida cristã. Assim devem ser os pais cristãos: duas vezes progenitores dos seus filhos, na sua vida natural e na sua vida em Cristo.
Santa Mônica é o exemplo claro do poder da oração das mães pelos filhos. Ela nasceu em Tagaste (África), em 331, de família cristã. Muito jovem, foi dada em casamento a um homem pagão chamado Patrício, de quem teve vários filhos, entre eles Agostinho, cuja conversão alcançou da misericórdia divina com muitas lágrimas e orações. É um modelo perfeito de mãe cristã. Morreu em Óstia (Itália) no ano 387.
Deus estabeleceu uma lei: precisamos pedir a Ele as graças necessárias em nossa vida, para sermos atendidos. Jesus foi enfático: “E eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá” (Lc 11,8-10). Quem não pede não recebe.
Jesus disse isso depois de contar aquele caso do vizinho que bateu na porta da casa do outro para pedir um pouco de pão à meia noite, porque tinha recebido uma visita e estava sem pão. Como o outro não quis atendê-lo, Jesus disse: “Eu vos digo: no caso de não se levantar para lhe dar os pães por ser seu amigo, certamente por causa da sua importunação se levantará e lhe dará quantos pães necessitar”.
Ora, o que Jesus está querendo nos ensinar com isso?
Que devemos fazer o mesmo com Deus. Importuná-lo! Mas, por que Deus faz assim? É para saber se de fato confiamos Nele; se temos fé de verdade, como aquela mulher cananeia, que não era judia, mas que pediu com insistência que curasse o seu filho endemoniado (Mt 15, 22). Se a gente pede uma vez ou duas, e não recebe, e não pede mais, é porque não confiamos Nele.
Santo Agostinho ensinou o seguinte: “Deus não nos mandaria pedir, se não nos quisesse ouvir. A oração é uma chave que nos abre as portas do céu. Quando vires que tua oração não se apartou de ti, podes estar certo de que a misericórdia tão pouco se afastou de ti. Os grandes dons exigem um grande desejo porquanto tudo o que se alcança com facilidade não se estima tanto como o que se desejou por muito tempo. Deus não quer dar-te logo o que pedes, para aprenderes a desejar com grande desejo”.
Ninguém como ele entendeu a força da oração de uma mãe por seu filho; pois durante vinte anos sua mãe, Santa Mônica, rezou pela conversão dele, e conseguiu. Ele mesmo conta isso no seu livro “Confissões”.
Ele disse que sua mãe ia três vezes por dia diante do Sacrário em Hipona, e pedia a Jesus que seu Agostinho se tornasse “um bom cristão”. Era tudo que ela queria, não pedia que ele fosse um dia padre, bispo, santo, doutor da Igreja e um dos maiores teólogos e filósofos de todos os tempos. Mas Deus queria lhe dar mais. Queria mais de Agostinho, esse gigante da Igreja; então, ela precisava rezar mais tempo e sem desanimar. E Santa Mônica não desanimou, por isso temos hoje esse gigante da fé. Fico pensando se ela parasse de rezar depois de pedir durante 19 anos… Não teria o seu filho convertido. E nós não teríamos o Doutor da Graça.
Quando Agostinho deixou a África do Norte, e foi ser o orador oficial do imperador romano, em Milão, ela foi atrás dele. Tomou o navio, atravessou o Mediterrâneo, e foi rezar por seu filho. Um dia, foi ao bispo de Milão, em lágrimas, dizer-lhe que não sabia mais o que fazer pela conversão de seu Agostinho, que o bispo bem conhecia por sua fama. Simplesmente o bispo lhe respondeu: “Minha filha, é impossível que Deus não converta o filho de tantas lágrimas”.
E aconteceu. Santo Agostinho, ouvindo as pregações de Santo Ambrósio, bispo de Milão, se converteu; foi batizado por ele, e logo foi ordenado padre, escolhido para bispo, e um dos maiores santos da Igreja. Tudo porque aquela mãe não se cansou de rezar pela conversão de seu filho… vinte anos!
Santo Agostinho disse nas “Confissões” que as lágrimas de sua mãe diante do Senhor no Sacrário, eram como “o sangue do seu coração destilado em lágrimas nos seus olhos”. Que beleza! Que fé!
É exatamente o que a Igreja ensina: que nossa oração deve ser humilde, confiante e perseverante. Humilde como a do publicano que batia no peito e pedia perdão diante do fariseu orgulhoso; confiante como a da mãe cananeia e perseverante como a da mãe Mônica. Deus não resiste às lágrimas e as orações de uma mãe que reza assim.
Santo Agostinho resume com estas palavras a vida de sua mãe: “Cuidou de todos os que vivíamos juntos depois de batizados, como se fosse mãe de todos; e serviu-nos como se fosse filha de cada um de nós”.
O exemplo de Santa Mônica ficou gravado de tal modo na mente de Santo Agostinho que, anos mais tarde, certamente lembrando-se da sua mãe, exortava: “Procurai com todo o cuidado a salvação dos da vossa casa”. Já se disse de Santa Mônica que foi duas vezes mãe de Agostinho, porque não apenas o deu à luz, mas resgatou-o para a fé católica e para a vida cristã. Assim devem ser os pais cristãos: duas vezes progenitores dos seus filhos, na sua vida natural e na sua vida em Cristo.
Assinar:
Postagens (Atom)









