Deus quis fugir da ociosidade /
e do tédio de sua solidão... /
Planejou em seus mínimos detalhes /
a sua esplendorosa criação... /
- Pôs em prática a sua engenharia /
e descansou depois do sexto dia, /
quando de barro já criara Adão. /
Fez dele um soberano sobre tudo, /
de que pra ser feliz era preciso, /
mas no rosto de Adão Deus não pudera /
plantar o encanto pleno de um sorriso... /
e buscando as razões dessa tristeza, /
viu ainda incompleta a natureza, /
viu ainda sem graça o paraíso. /
Não é bom que ele seja solitário,/
na triste insipidez que o domina... /
Deus, então, lhe retira uma costela /
para mudar de vez a sua sina... /
Busca o fulgor que um novo ser requer /
e esculpe, esplendorosa, uma mulher, /
a tão sublime inspiração divina... /
E o homem sorridente e fascinado, /
mergulha a vida num deslumbramento... /
Reconhecido se dirige ao Pai, /
num gesto nobre de agradecimento... /
Viu compensado o tempo de esperá-la, /
viu que Deus esmerou-se ao planejá-la /
e bendisse o divino esquecimento.
(José de Anchieta Batista)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Poema sobre a sagrada criação da MULHER
A MULHER - UM DIVINO ESQUECIMENTO
Deus quis fugir da ociosidade /
e do tédio de sua solidão... /
Planejou em seus mínimos detalhes /
a sua esplendorosa criação... /
- Pôs em prática a sua engenharia /
e descansou depois do sexto dia, /
quando de barro já criara Adão. /
Fez dele um soberano sobre tudo, /
de que pra ser feliz era preciso, /
mas no rosto de Adão Deus não pudera /
plantar o encanto pleno de um sorriso... /
e buscando as razões dessa tristeza, /
viu ainda incompleta a natureza, /
viu ainda sem graça o paraíso. /
Não é bom que ele seja solitário,/
na triste insipidez que o domina... /
Deus, então, lhe retira uma costela /
para mudar de vez a sua sina... /
Busca o fulgor que um novo ser requer /
e esculpe, esplendorosa, uma mulher, /
a tão sublime inspiração divina... /
E o homem sorridente e fascinado, /
mergulha a vida num deslumbramento... /
Reconhecido se dirige ao Pai, /
num gesto nobre de agradecimento... /
Viu compensado o tempo de esperá-la, /
viu que Deus esmerou-se ao planejá-la /
e bendisse o divino esquecimento.
(José de Anchieta Batista)
Deus quis fugir da ociosidade /
e do tédio de sua solidão... /
Planejou em seus mínimos detalhes /
a sua esplendorosa criação... /
- Pôs em prática a sua engenharia /
e descansou depois do sexto dia, /
quando de barro já criara Adão. /
Fez dele um soberano sobre tudo, /
de que pra ser feliz era preciso, /
mas no rosto de Adão Deus não pudera /
plantar o encanto pleno de um sorriso... /
e buscando as razões dessa tristeza, /
viu ainda incompleta a natureza, /
viu ainda sem graça o paraíso. /
Não é bom que ele seja solitário,/
na triste insipidez que o domina... /
Deus, então, lhe retira uma costela /
para mudar de vez a sua sina... /
Busca o fulgor que um novo ser requer /
e esculpe, esplendorosa, uma mulher, /
a tão sublime inspiração divina... /
E o homem sorridente e fascinado, /
mergulha a vida num deslumbramento... /
Reconhecido se dirige ao Pai, /
num gesto nobre de agradecimento... /
Viu compensado o tempo de esperá-la, /
viu que Deus esmerou-se ao planejá-la /
e bendisse o divino esquecimento.
(José de Anchieta Batista)
Sthephanine, a grande vencedora!
Numa só noite, a estrela da talentosa Nine brilhou por três vezes. No Festival de Dança em Blumenau - SC, no dia 15 de novembro, a bailarina acreana Sthepanine Ricciardi concorreu em duas modalidades com as coreografias: "Para Ver-te" (um neoclassico) e "Diana e Acteon" (variação de repertório - clássico), conquistando os primeiros lugares naquelas modalidades, bem como o prêmio de melhor bailarina do Festival de Dança de Blumenau de 2009. Gloriosa, a bela bailarina foi a grande vencedora daquela noite memorável. Maravilha!
(Fotos: NBastian)
Com ele era assim ...
Erudição
Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinqüagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz: - Dotô, resumindo, eu levo ou deixo os pato?'
(Mensagem Internet - Charge/ilustrartista.blogspot.com)
Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinqüagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz: - Dotô, resumindo, eu levo ou deixo os pato?'
(Mensagem Internet - Charge/ilustrartista.blogspot.com)
Reeleição na OAB/AC
O atual presidente da secção estadual da Ordem dos Advogados do Brasil-OAB - do Acre, Florindo Poersch, reelegeu-se por 557 votos contra 234 de Silvano Santiago.
Foram computados ainda 3 votos brancos e 7 nulos.
A eleição ocorreu durante todo o dia desta segunda-feira, 16, no Tribunal Regional Eleitoral.
Votaram 801 advogados, incluindo os de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, onde havia urnas eletrônicas para votação.
Florindo Silvestre Poersch nasceu no Paraná e mora no Acre há 32 anos. Formado em direito pela Ufac, em 1988, ano em que também se inscreveu na OAB-AC. --- (Leia mais no www.contilnet.com.br)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Advogados, hoje é dia de eleição para a Diretoria da OAB/AC
Florindo Poersch, que busca a reeleição com a chapa "Uma ordem para todos" e Silvano Santiago, com a chapa "Prerrogativas do Advogado",de oposição, disputam hoje, durante todo o dia,ou seja, das 8 às 18 horas, na sede do TRE, os votos dos advogados para eleição da diretoria do Conselho Secional da OAB/AC, que estará à frente dos destinos da entidade dos operadores do Direito, no triênio 2010/2012. Advogado, não esqueça de exercer o seu direito de escolha e vote livre e soberanamente.(Foto - www.contilnet.com.br)
domingo, 15 de novembro de 2009
É, Campeão! O Vasco deu a volta por baixo.
Agora há pouco os vascaídos passaram em carreata aqui pela minha rua. São os “grandes campeões” da Série B do Campeonato Brasileiro 2009.
Para quem não entende muito de futebol, a Série B, também conhecida como Segunda Divisão é um campeonato onde só jogam os piores times do ano anterior.
Meio que decepcionado, devo reconhecer a importância do vasco. Pensando melhor, ainda bem que voltou, pois o FLAMENGO deveria estar já a essa altura do campeonato com uma boa folga na tabela. Se o vasco não tivesse caído no ano passado, teríamos seis pontos a mais. Como eles fizeram falta esse ano...!
Tudo bem, já que voltaram fica a esperança de mais gozação no ano que vem.
E já que voltaram (infelizmente), poderiam pensar em mudar um pouco o visual.
A começar pela camisa. Aquela faixa preta dá a idéia de luto e um constante sofrimento.
Aquela jangada no escudo do time lembra naufrágio. ---
(13/11/2009 - Leia mais no blog do Professor Franciney - http://minhascolinas.blogspot.com)
Poesia
MEU SONHO
Parei as águas do meu sonho /
para teu rosto se mirar. /
Mas só a sombra dos meus olhos /
ficou por cima, a procurar... /
Os pássaros da madrugada /
não têm coragem de cantar, /
vendo o meu sonho interminável /
e a esperança do meu olhar. /
Procurei-te em vão pela terra, /
perto do céu, por sobre o mar. /
Se não chegas nem pelo sonho, /
por que insisto em te imaginar? /
Quando vierem fechar meus olhos, /
talvez não se deixem fechar. /
Talvez pensem que o tempo volta, /
e que vens, se o tempo voltar.
(Cecília Meireles).
Parei as águas do meu sonho /
para teu rosto se mirar. /
Mas só a sombra dos meus olhos /
ficou por cima, a procurar... /
Os pássaros da madrugada /
não têm coragem de cantar, /
vendo o meu sonho interminável /
e a esperança do meu olhar. /
Procurei-te em vão pela terra, /
perto do céu, por sobre o mar. /
Se não chegas nem pelo sonho, /
por que insisto em te imaginar? /
Quando vierem fechar meus olhos, /
talvez não se deixem fechar. /
Talvez pensem que o tempo volta, /
e que vens, se o tempo voltar.
(Cecília Meireles).
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