Ufac está entre as 250 melhores universidades Latino Americanas em 2013
( Qui, 30 de Maio de 2013 - Gislaine Vidal, da TV Gazeta)
A Universidade Federal do Acre (Ufac) está entre as 250 melhores universidades latino americanas, segundo uma organização internacional que serve como guia para estudantes. Entre os critérios para a posição da Ufac, foram avaliados: produção científica, docentes, divulgação de pesquisas e presença na internet.
A organização internacional Quacquarelli Symonds (QS) Top Universities, colocou a Ufac entre as 250 melhores instituições de ensino superior da América Latina no ano de 2013. A Universidade de São Paulo (USP) está em primeiro lugar nesse ranking; em segundo, aparece a Pontificia Universidad Católica de Chile (UC); em terceiro, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Até a 11ª colocação, mais 3 universidades brasileiras aparecem na lista.
A Ufac ficou entre as posições 201 e 250 por que outras universidades receberam a mesma pontuação, ficaram portanto, empatadas. Para a Pró-Reitora da Ufac, Socorro Neri, a posição da instituição nesse ranking demostra que a missão está sendo alcançada. "Nos indica que estamos no caminho certo. Investimos na qualificação do corpo docente e vamos continuar investindo, buscando ainda mais sermos referência na nossa região".
A organização QS Top Universities é um guia internacional para estudantes sobre rankings e eventos universitários. Os rankings são elaborados seguindo critérios como reputação acadêmica, docentes com doutorado, produção científica por meio de artigos e papers (utilizados para divulgar pesquisas universitárias) e presença na internet.
Na Ufac os docentes, colaboradores importantes para a conquista de mais esse reconhecimento também comemoram. O professor de fisolofia Coracy Saboia é um deles. O currículo com 4 formações superiores lhe garantiu recentemente uma bolsa docente para troca de experiência com outros professores da Espanha. Ele trabalha há 24 anos na Ufac e a dedicação exclusiva além de contribuir com a qualidade no ensino na universidade, agora lhe proporciona uma oportunidade de intercambio. "Isso me orgulha, mas também é um mérito para a Ufac que cada dia mais amplia seus horizontes".
(Fonte - http://www.agazeta.net)
sexta-feira, 31 de maio de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Luiz Antonio - A argumentação para não comer polvo
"Esses animais tem que cuidar deles ... não comer."
quarta-feira, 29 de maio de 2013
FÓSSIL MAIS ANTIGO - 3º maior pterossauro é da Chapada do Araripe
O animal viveu há 110 milhões de anos
(diariodonordeste)

O pterossauro gigante é o mais completo já encontrado. Segundo os pesquisadores brasileiros, a Bacia
FÓSSIL MAIS ANTIGO
O animal viveu há 110 milhões de anos. Antes só se conhecia fósseis de pterossauros de até 72 milhões de anos.
Rio de Janeiro Pesquisadores apresentaram ontem no Museu Nacional o fóssil do maior pterossauro descoberto no hemisfério sul e terceiro maior do mundo, com 8,5 metros de uma ponta da asa à outra. Localizado na Chapada do Araripe, entre Ceará, Pernambuco e Piauí, o voador gigante viveu há 110 milhões de anos, o que revela uma novidade na paleontologia:até agora só se conheciam pterossauros de grande porte do período entre 72 e 65 milhões de anos.
Uma réplica do enorme pterossauro que voava nos céus nordestinos fará parte de uma exposição sobre esses animais que será aberta ao público a partir de amanhã, no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista (zona norte do Rio). Os pterossauros são répteis voadores, contemporâneos dos dinossauros, da era mesozoica, entre 220 milhões e 65 milhões de anos.
Descoberta
"O gigantismo do pterossauro é bem anterior ao que se supunha. E este é o pterossauro gigante mais completo que existe", disse o pesquisador Alexander Kellner. No depósito de fósseis conhecido como Formação Romualdo, na Chapada do Araripe, foi encontrada grande parte do esqueleto, com ossos das asas, dos ombros, do crânio e da coluna vertebral.
Segundo Kellner, os outros dois fósseis de pterossauros gigantes, um de 11 metros de uma ponta da asa à outra, localizado nos Estados Unidos, e outro de 10 metros, na China, tinham apenas pequenos fragmentos do esqueleto. Pesquisadores de três instituições brasileiras (Museu Nacional, Universidade Regional do Cariri e Museu de Ciências da Terra) analisaram fósseis encontrados em 2011 e também partes de esqueletos localizados há mais de dez anos mas que ainda não tinham sido estudados, todos encontrados na mesma região do Nordeste, um "verdadeiro celeiro de pterossauros gigantes", diz Kellner.
Fósseis de outros dois pterossauros gigantes, mais jovens e, por isso, um pouco menores, também foram pesquisados neste mesmo projeto.
A reconstituição da cabeça do pterossauro mostra que o animal tinha uma crista que, segundo os pesquisadores, servia para regular a temperatura do corpo, e dentes compridos e finos que indicam que se alimentava de peixes. Parte da espécie Tropeognathus mesembrinus, da famíliados Anhangueridae, esse tipo voador gigante era "cosmopolita" e já foi localizado no Marrocos, na Inglaterra, na Mongólia, no Estados Unidos, na China e agora no Brasil.
Mais importante
É considerado gigante o pterossauro com mais de sete metros da ponta de uma asa à outra. Segundo os pesquisadores brasileiros, a Bacia do Araripe reúne alguns dos depósitos fósseis mais importantes do mundo.
A diferença do Brasil em relação aos outros países é o fato de ter esqueletos mais preservados. "O Brasil se destaca pela presença de fósseis tridimensionais. Tínhamos uma absurda concentração de pterossauros. Está na hora de o santo de casa fazer milagre", diz Kellner, referindo-se à importância de ampliação das pesquisas paleontológicas no País. Os fósseis encontrados até agora na Chapada do Araripe eram de pterossauros com no máximo 5 metros da ponta de uma asa à outra.
Parte dos fragmentos do réptil gigante pesquisado nos últimos anos ficarão em exposição permanente no Museu Nacional e outra parte no Museu de Paleontologia de Santana do Cariri, no Ceará. "Existe um patrimônio paleontológico importantíssimo no País que ajuda a compreender como era o mundo no passado", diz o paleontólogo Diógenes Almeida Campos, do Museus de Ciências da Terra.
Além dos fósseis que já estavam há mais de uma década no acervo do Museu Nacional sem que fossem pesquisados, os pesquisadores trabalharam com material recolhido ao longo de 2011, em um projeto iniciado no ano anterior, usando um método conhecido como escavações controladas, com a coordenação na região do pesquisador Álamo Saraiva, da Universidade Regional do Cariri.
Descoberta
8,5 metros era o comprimento de uma ponta a outra das asas do pterossauro que foi localizado na Chapada do Araripe, entre Ceará, Pernambuco e Piauí.
(Fonte - leia matéria completa no http://www.diariodocariri.com)
(diariodonordeste)

O pterossauro gigante é o mais completo já encontrado. Segundo os pesquisadores brasileiros, a Bacia
FÓSSIL MAIS ANTIGO
O animal viveu há 110 milhões de anos. Antes só se conhecia fósseis de pterossauros de até 72 milhões de anos.
Rio de Janeiro Pesquisadores apresentaram ontem no Museu Nacional o fóssil do maior pterossauro descoberto no hemisfério sul e terceiro maior do mundo, com 8,5 metros de uma ponta da asa à outra. Localizado na Chapada do Araripe, entre Ceará, Pernambuco e Piauí, o voador gigante viveu há 110 milhões de anos, o que revela uma novidade na paleontologia:até agora só se conheciam pterossauros de grande porte do período entre 72 e 65 milhões de anos.
Uma réplica do enorme pterossauro que voava nos céus nordestinos fará parte de uma exposição sobre esses animais que será aberta ao público a partir de amanhã, no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista (zona norte do Rio). Os pterossauros são répteis voadores, contemporâneos dos dinossauros, da era mesozoica, entre 220 milhões e 65 milhões de anos.
Descoberta
"O gigantismo do pterossauro é bem anterior ao que se supunha. E este é o pterossauro gigante mais completo que existe", disse o pesquisador Alexander Kellner. No depósito de fósseis conhecido como Formação Romualdo, na Chapada do Araripe, foi encontrada grande parte do esqueleto, com ossos das asas, dos ombros, do crânio e da coluna vertebral.
Segundo Kellner, os outros dois fósseis de pterossauros gigantes, um de 11 metros de uma ponta da asa à outra, localizado nos Estados Unidos, e outro de 10 metros, na China, tinham apenas pequenos fragmentos do esqueleto. Pesquisadores de três instituições brasileiras (Museu Nacional, Universidade Regional do Cariri e Museu de Ciências da Terra) analisaram fósseis encontrados em 2011 e também partes de esqueletos localizados há mais de dez anos mas que ainda não tinham sido estudados, todos encontrados na mesma região do Nordeste, um "verdadeiro celeiro de pterossauros gigantes", diz Kellner.
Fósseis de outros dois pterossauros gigantes, mais jovens e, por isso, um pouco menores, também foram pesquisados neste mesmo projeto.
A reconstituição da cabeça do pterossauro mostra que o animal tinha uma crista que, segundo os pesquisadores, servia para regular a temperatura do corpo, e dentes compridos e finos que indicam que se alimentava de peixes. Parte da espécie Tropeognathus mesembrinus, da famíliados Anhangueridae, esse tipo voador gigante era "cosmopolita" e já foi localizado no Marrocos, na Inglaterra, na Mongólia, no Estados Unidos, na China e agora no Brasil.
Mais importante
É considerado gigante o pterossauro com mais de sete metros da ponta de uma asa à outra. Segundo os pesquisadores brasileiros, a Bacia do Araripe reúne alguns dos depósitos fósseis mais importantes do mundo.
A diferença do Brasil em relação aos outros países é o fato de ter esqueletos mais preservados. "O Brasil se destaca pela presença de fósseis tridimensionais. Tínhamos uma absurda concentração de pterossauros. Está na hora de o santo de casa fazer milagre", diz Kellner, referindo-se à importância de ampliação das pesquisas paleontológicas no País. Os fósseis encontrados até agora na Chapada do Araripe eram de pterossauros com no máximo 5 metros da ponta de uma asa à outra.
Parte dos fragmentos do réptil gigante pesquisado nos últimos anos ficarão em exposição permanente no Museu Nacional e outra parte no Museu de Paleontologia de Santana do Cariri, no Ceará. "Existe um patrimônio paleontológico importantíssimo no País que ajuda a compreender como era o mundo no passado", diz o paleontólogo Diógenes Almeida Campos, do Museus de Ciências da Terra.
Além dos fósseis que já estavam há mais de uma década no acervo do Museu Nacional sem que fossem pesquisados, os pesquisadores trabalharam com material recolhido ao longo de 2011, em um projeto iniciado no ano anterior, usando um método conhecido como escavações controladas, com a coordenação na região do pesquisador Álamo Saraiva, da Universidade Regional do Cariri.
Descoberta
8,5 metros era o comprimento de uma ponta a outra das asas do pterossauro que foi localizado na Chapada do Araripe, entre Ceará, Pernambuco e Piauí.
(Fonte - leia matéria completa no http://www.diariodocariri.com)
Pensamento
"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?" (Charles Chaplin)
(Fonte Ilustração - Internet)

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?" (Charles Chaplin)
(Fonte Ilustração - Internet)
terça-feira, 28 de maio de 2013
Convite - Missa de 7º dia
domingo, 26 de maio de 2013
Com 11 anos, jovem escritora acreana quer apoio para publicar obra
Sara Costa é a mais nova autora literária do país.
Livro produzido foi finalizado quando ela tinha apenas nove anos.

Duaine Rodrigues Do G1 AC(Foto: Duaine Rodrigues/G1)
Sara Costa escreveu primeiro livro com apenas nove anos de idade
Com apenas 11 anos, mas com um desprendimento e articulação de pessoa bem mais experiente, a pequena acreana Sara Costa Morais está buscando dar mais um passo para concretizar seu sonho de ver a obra literária 'Eu no mundo dos Livros', produzida por suas mãos, publicada.
Sara é a escritora mais jovem do país, segundo pesquisas feitas por ela e sua mãe, Silvania Silva, bióloga e maior incentivadora da escritora mirim. O livro em questão começou a ser escrito e foi finalizado quando ela ainda tinha apenas nove anos.
"Pesquisamos e descobrimos que Gabih Diel, de Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, era até então a escritora mais jovem do país. Com 13 anos havia elaborado três livros e hoje, com 19 anos, ainda não publicou nenhum por falta de incentivo", diz Silvania Silva.
A mãe relata que ficou surpresa quando viu o conteúdo do livro de Sara finalizado, pois não esperava que o resultado fosse tão consistente e atraente.
"Estava fazendo o meu livro e ela disse que iria fazer o dela, mas eu não sabia que estava construindo histórias próprias a partir de pontos específicos dos contos de fadas. Depois de alguns meses, quando olhei, comecei a ler, querer mais e chegar ao final", conta Silvania, que é formada em biologia e tem dedicado seu tempo também à produções literárias.
O livro escrito por Sara já atraiu a atenção de uma editora. De acordo com Silvania, há certa ansiedade por parte da empresa, que até enviou uma proposta para garantir a publicação da obra.
"Acho interessante. Com a Gabih aconteceu assim: ela era a mais jovem escritora do Brasil, mas não teve o apoio do seu estado, de empresários ou até do próprio governo. Seria muito interessante que a gente não deixasse isso acontecer com a mais nova escritora do Brasil hoje, que é a Sara", destaca a mãe da escritora.
(Fonte - http://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2013/05)
Livro produzido foi finalizado quando ela tinha apenas nove anos.

Duaine Rodrigues Do G1 AC(Foto: Duaine Rodrigues/G1)
Sara Costa escreveu primeiro livro com apenas nove anos de idade
Com apenas 11 anos, mas com um desprendimento e articulação de pessoa bem mais experiente, a pequena acreana Sara Costa Morais está buscando dar mais um passo para concretizar seu sonho de ver a obra literária 'Eu no mundo dos Livros', produzida por suas mãos, publicada.
Sara é a escritora mais jovem do país, segundo pesquisas feitas por ela e sua mãe, Silvania Silva, bióloga e maior incentivadora da escritora mirim. O livro em questão começou a ser escrito e foi finalizado quando ela ainda tinha apenas nove anos.
"Pesquisamos e descobrimos que Gabih Diel, de Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, era até então a escritora mais jovem do país. Com 13 anos havia elaborado três livros e hoje, com 19 anos, ainda não publicou nenhum por falta de incentivo", diz Silvania Silva.
A mãe relata que ficou surpresa quando viu o conteúdo do livro de Sara finalizado, pois não esperava que o resultado fosse tão consistente e atraente.
"Estava fazendo o meu livro e ela disse que iria fazer o dela, mas eu não sabia que estava construindo histórias próprias a partir de pontos específicos dos contos de fadas. Depois de alguns meses, quando olhei, comecei a ler, querer mais e chegar ao final", conta Silvania, que é formada em biologia e tem dedicado seu tempo também à produções literárias.
O livro escrito por Sara já atraiu a atenção de uma editora. De acordo com Silvania, há certa ansiedade por parte da empresa, que até enviou uma proposta para garantir a publicação da obra.
"Acho interessante. Com a Gabih aconteceu assim: ela era a mais jovem escritora do Brasil, mas não teve o apoio do seu estado, de empresários ou até do próprio governo. Seria muito interessante que a gente não deixasse isso acontecer com a mais nova escritora do Brasil hoje, que é a Sara", destaca a mãe da escritora.
(Fonte - http://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2013/05)
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