Hortelã e alecrim contra o Alzheimer
Um estudo da Universidade Saint Louis, nos Estados Unidos, aponta que os ácidos presentes em extratos de hortelã e alecrim reduzem o estresse oxidativo no cérebro das cobaias e, consequentemente, os danos tidos como precursores do Alzheimer.Os autores da pesquisa dizem que ainda não fizeram testes em humanos e, por isso, é cedo para fazer uma recomendação de consumo. Mas, enquanto os novos experimentos não acontecem, vale adicionar hortelã ao suco de abacaxi e usar alecrim para incrementar um frango assado com batatas.
Revista Saúde É Vital
(Fonte – Facebook)
domingo, 2 de março de 2014
Detector de Mentiras para Redes Socias
PESQUISADORES DESENVOLVEM ‘DETECTOR DE MENTIRAS’ PARA REDES SOCIAIS
Um projeto que envolve várias universidades e empresas europeias está desenvolvendo um detector de mentiras para checar rumores que circulam em fóruns online e em REDES SOCIAIS. O sistema analisará em tempo real se uma publicação é verdadeira e identificará se uma CONTA ou PERFIL de uma REDE SOCIAL foi criado apenas para espalhar informações falsas.Os dados analisados incluirão publicações no TWITTER, comentários em fóruns sobre temas relacionados a questões de saúde e comentários públicos no FACEBOOK.
O objetivo do sistema é ajudar organizações, inclusive governos e serviços de emergência, a responder de forma mais efetiva a novos acontecimentos.
O projeto surgiu a partir de uma pesquisa sobre o uso de MÍDIA SOCIAL durante os conflitos de LONDRES em 2011.
AUTORIDADE
Segundo os pesquisadores, os rumores online serão classificados em quatro tipos:
ESPECULAÇÃO – como, por exemplo, se pode haver uma alta na taxa de juros.
CONTROVÉRSIA – como a que ocorreu com a vacina tríplice viral, que foi acusada, em vários países, de provocar o autismo.
MÁ INFORMAÇÃO – se uma informação falsa é disseminada sem intenção.
DESINFORMAÇÃO – se uma informação falsa é disseminada intencionalmente.
- Depois dos conflitos de 2011, foi sugerido que as REDES SOCIAIS fossem bloqueadas para impedir que os manifestantes se organizassem – disse KALINA BONTCHEVA, pesquisadora-chefe do projeto na UNIVERSIDADE DE SHEFFIELD.
- Mas as REDES SOCIAIS também dão acesso a informações úteis. O problema é que tudo isso acontece muito rápido e não conseguimos diferenciar o que é “VERDADE” do que é “MENTIRA” com a mesma velocidade. Isso torna difícil reagir a rumores, por exemplo, impedindo que serviços de emergência invalidem uma mentira para manter a tranquilidade em uma dada situação.
O sistema também categorizará as fontes das informações para avaliar sua autoridade. Elas incluirão serviços de notícias, jornalistas, especialistas, testemunhas, cidadãos, e, “BOTS” contas que publicam automaticamente em REDES SOCIAIS. O sistema também examinará o histórico de uma conta para identificar se ela foi criada apenas para disseminar rumores falsos.
Conversas em REDES SOCIAIS serão analisadas para ver como elas evoluem. Fontes serão checadas para verificar se a informação se confirma ou não. “Apenas o texto será analisado”, disse BONTCHEVA. “Não analisaremos imagens, então, não teremos como saber se uma foto foi alterada. Isso é muito difícil tecnicamente.”
EQUILÍBRIO
Os resultados das buscas feitas pelo sistema serão exibidos em um “PAINEL VISUAL” para que as pessoas possam checar se um rumor se sustenta.
A primeira série de resultados deve ficar pronta em 18 meses e será testada principalmente com grupos de jornalistas e profissionais de saúde. “Temos que ver o que funciona ou não e ter certeza de que temos o equilíbrio correto entre análises feitas por máquinas e por pessoas”, disse BONTCHEVA.
Chamado de PHEME, nome da deusa grega conhecida por espalhar rumores, o projeto envolve cinco universidades SHEFFIELD, WARWICK, KING’S COLLEGE LONDON, SAARLAND, NA ALEMANHA, e MODUL, em VIENA e durará 3 anos. Quatro empresas ATOS, IHUB, ONTOTEXT e SWISSINFO também participam.
Ao final, espera-se que seja produzida uma ferramenta feita especialmente para jornalistas.
OTIMISMO
Segundo RORY CELLAR-JONES, correspondente de tecnologia da agência britânica de notícias BBC, o projeto vai de encontro a uma tendência crescente de analisar o que é publicado em redes sociais para extrair disso informações valiosas.
- Uma técnica conhecida como ‘ANÁLISE DE SENTIMENTOS’ vasculha as redes sociais para detectar padrões e definir qual filme será um sucesso ou qual candidato de uma eleição se saiu melhor em um debate – disse CELLAR-JONES: “Até agora, a precisão e qualidade dos seus resultados varia bastante”.
- Então, acreditar que técnicas similares serão capazes de distinguir o que é verdade ou mentira nas REDES SOCIAIS é um tanto otimista.
23/2/2014 Por Redação, com BBC - de Londres
(Fonte – Facebook)
Um projeto que envolve várias universidades e empresas europeias está desenvolvendo um detector de mentiras para checar rumores que circulam em fóruns online e em REDES SOCIAIS. O sistema analisará em tempo real se uma publicação é verdadeira e identificará se uma CONTA ou PERFIL de uma REDE SOCIAL foi criado apenas para espalhar informações falsas.Os dados analisados incluirão publicações no TWITTER, comentários em fóruns sobre temas relacionados a questões de saúde e comentários públicos no FACEBOOK.
O objetivo do sistema é ajudar organizações, inclusive governos e serviços de emergência, a responder de forma mais efetiva a novos acontecimentos.
O projeto surgiu a partir de uma pesquisa sobre o uso de MÍDIA SOCIAL durante os conflitos de LONDRES em 2011.
AUTORIDADE
Segundo os pesquisadores, os rumores online serão classificados em quatro tipos:
ESPECULAÇÃO – como, por exemplo, se pode haver uma alta na taxa de juros.
CONTROVÉRSIA – como a que ocorreu com a vacina tríplice viral, que foi acusada, em vários países, de provocar o autismo.
MÁ INFORMAÇÃO – se uma informação falsa é disseminada sem intenção.
DESINFORMAÇÃO – se uma informação falsa é disseminada intencionalmente.
- Depois dos conflitos de 2011, foi sugerido que as REDES SOCIAIS fossem bloqueadas para impedir que os manifestantes se organizassem – disse KALINA BONTCHEVA, pesquisadora-chefe do projeto na UNIVERSIDADE DE SHEFFIELD.
- Mas as REDES SOCIAIS também dão acesso a informações úteis. O problema é que tudo isso acontece muito rápido e não conseguimos diferenciar o que é “VERDADE” do que é “MENTIRA” com a mesma velocidade. Isso torna difícil reagir a rumores, por exemplo, impedindo que serviços de emergência invalidem uma mentira para manter a tranquilidade em uma dada situação.
O sistema também categorizará as fontes das informações para avaliar sua autoridade. Elas incluirão serviços de notícias, jornalistas, especialistas, testemunhas, cidadãos, e, “BOTS” contas que publicam automaticamente em REDES SOCIAIS. O sistema também examinará o histórico de uma conta para identificar se ela foi criada apenas para disseminar rumores falsos.
Conversas em REDES SOCIAIS serão analisadas para ver como elas evoluem. Fontes serão checadas para verificar se a informação se confirma ou não. “Apenas o texto será analisado”, disse BONTCHEVA. “Não analisaremos imagens, então, não teremos como saber se uma foto foi alterada. Isso é muito difícil tecnicamente.”
EQUILÍBRIO
Os resultados das buscas feitas pelo sistema serão exibidos em um “PAINEL VISUAL” para que as pessoas possam checar se um rumor se sustenta.
A primeira série de resultados deve ficar pronta em 18 meses e será testada principalmente com grupos de jornalistas e profissionais de saúde. “Temos que ver o que funciona ou não e ter certeza de que temos o equilíbrio correto entre análises feitas por máquinas e por pessoas”, disse BONTCHEVA.
Chamado de PHEME, nome da deusa grega conhecida por espalhar rumores, o projeto envolve cinco universidades SHEFFIELD, WARWICK, KING’S COLLEGE LONDON, SAARLAND, NA ALEMANHA, e MODUL, em VIENA e durará 3 anos. Quatro empresas ATOS, IHUB, ONTOTEXT e SWISSINFO também participam.
Ao final, espera-se que seja produzida uma ferramenta feita especialmente para jornalistas.
OTIMISMO
Segundo RORY CELLAR-JONES, correspondente de tecnologia da agência britânica de notícias BBC, o projeto vai de encontro a uma tendência crescente de analisar o que é publicado em redes sociais para extrair disso informações valiosas.
- Uma técnica conhecida como ‘ANÁLISE DE SENTIMENTOS’ vasculha as redes sociais para detectar padrões e definir qual filme será um sucesso ou qual candidato de uma eleição se saiu melhor em um debate – disse CELLAR-JONES: “Até agora, a precisão e qualidade dos seus resultados varia bastante”.
- Então, acreditar que técnicas similares serão capazes de distinguir o que é verdade ou mentira nas REDES SOCIAIS é um tanto otimista.
23/2/2014 Por Redação, com BBC - de Londres
(Fonte – Facebook)
sábado, 1 de março de 2014
O maior caldo contra ressaca do mundo. Onde encontrar? No Ceará!
Cearenses planejam fazer maior caldo contra ressaca do mundo
Panela onde será produzido o maior caldo antirressaca do mundo (Foto: Divulgação)
ANDRÉ UZÊDA/DE FORTALEZA
O último dia de Carnaval na cidade de Acopiara (a 345 km de Fortaleza) pode vir acompanhado da quebra de um recorde mundial.
Pelo menos essa é a promessa dos cearenses. Na Quarta-Feira de Cinzas, o município planeja preparar o maior caldo contra ressaca do mundo, com 7.500 litros de um suco feito à base de água, farinha, ovo, manteiga e temperos como cebolinha, coentro e colorau (um tipo de corante).
O caldo vai ser distribuído gratuitamente em copos de 200 ml para os 300 mil foliões esperados em seis dias de festa na cidade.
A ideia do “maior caldo do mundo” vai ser realizada pela primeira vez este ano e foi inspirada em outras cidades com cultura carnavalesca.
“Via o arrastão de Salvador e o Bacalhau do Batata em Recife [tradicionais eventos do Carnaval nordestino] e queria algo parecido para Acopiara”, diz o idealizador do projeto, Theognis Florentino, assessor especial da prefeitura.
A produção do caldo só vai ser possível graças a uma panela gigante construída em 2003 em Joinville (SC).
De propriedade de um empresário, a panela foi confeccionada à época por R$ 80 mil como forma de protesto à situação de fome dos brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza.
Depois, a panela esteve no centro da quebra de dois recordes mundiais registrados pelo Guinness Book: na cidade de Prudentópolis (PR), como a maior feijoada de feijão preto do mundo; e em Porto Belo (SC), com uma enorme caldeirada de frutos do mar.
“A Prefeitura de Acopiara me procurou para usar a panela e eu fiz questão de ajudar sem qualquer custo”, conta José Guilherme, dono do caldeirão.
O empresário revela ainda que bancou do próprio bolso o transporte da panela, em um caminhão caçamba de 16 toneladas (a panela pesa 12 t). Os custo do frete foi de R$ 16 mil.
Entre os moradores de Acopiara, a panela ganhou o carinhoso apelido de “A Pretona” devido à sua coloração.
‘PRODUÇÃO HOLLYWOODIANA’
A prefeitura não revela o quanto gastou na produção do caldo gigante. Outros números, porém, demonstram a dimensão da iguaria.
Serão dez voluntárias para produzir o caldo, acompanhadas de um cozinheiro trazido de Santa Catarina. Uma pá mecânica mistura os ingredientes no interior do recipiente.
O caldo começa a ser preparado às 5h da Quarta-Feira de Cinzas. Após cinco horas de cozimento, será servido para os foliões.
Serão usados 5.500 litros de água, 18 kg de manteiga, 400 bandejas de ovos, 9 kg de sal e 925 kg de cebola.
“Não tenha dúvida de duas coisas: que vai ser um caldo muito gostoso e que vai curar qualquer ressaca. O caldo vai ser nossa tradição do Carnaval”, diz Florentino, que pretende documentar a produção da iguaria para enviar ao Guinness Book.
(Fonte - http://alalao.blogfolha.uol.com.br)Por Alalao 28/02/14 12:0
ANDRÉ UZÊDA/DE FORTALEZA
O último dia de Carnaval na cidade de Acopiara (a 345 km de Fortaleza) pode vir acompanhado da quebra de um recorde mundial.
Pelo menos essa é a promessa dos cearenses. Na Quarta-Feira de Cinzas, o município planeja preparar o maior caldo contra ressaca do mundo, com 7.500 litros de um suco feito à base de água, farinha, ovo, manteiga e temperos como cebolinha, coentro e colorau (um tipo de corante).
O caldo vai ser distribuído gratuitamente em copos de 200 ml para os 300 mil foliões esperados em seis dias de festa na cidade.
A ideia do “maior caldo do mundo” vai ser realizada pela primeira vez este ano e foi inspirada em outras cidades com cultura carnavalesca.
“Via o arrastão de Salvador e o Bacalhau do Batata em Recife [tradicionais eventos do Carnaval nordestino] e queria algo parecido para Acopiara”, diz o idealizador do projeto, Theognis Florentino, assessor especial da prefeitura.
A produção do caldo só vai ser possível graças a uma panela gigante construída em 2003 em Joinville (SC).
De propriedade de um empresário, a panela foi confeccionada à época por R$ 80 mil como forma de protesto à situação de fome dos brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza.
Depois, a panela esteve no centro da quebra de dois recordes mundiais registrados pelo Guinness Book: na cidade de Prudentópolis (PR), como a maior feijoada de feijão preto do mundo; e em Porto Belo (SC), com uma enorme caldeirada de frutos do mar.
“A Prefeitura de Acopiara me procurou para usar a panela e eu fiz questão de ajudar sem qualquer custo”, conta José Guilherme, dono do caldeirão.
O empresário revela ainda que bancou do próprio bolso o transporte da panela, em um caminhão caçamba de 16 toneladas (a panela pesa 12 t). Os custo do frete foi de R$ 16 mil.
Entre os moradores de Acopiara, a panela ganhou o carinhoso apelido de “A Pretona” devido à sua coloração.
‘PRODUÇÃO HOLLYWOODIANA’
A prefeitura não revela o quanto gastou na produção do caldo gigante. Outros números, porém, demonstram a dimensão da iguaria.
Serão dez voluntárias para produzir o caldo, acompanhadas de um cozinheiro trazido de Santa Catarina. Uma pá mecânica mistura os ingredientes no interior do recipiente.
O caldo começa a ser preparado às 5h da Quarta-Feira de Cinzas. Após cinco horas de cozimento, será servido para os foliões.
Serão usados 5.500 litros de água, 18 kg de manteiga, 400 bandejas de ovos, 9 kg de sal e 925 kg de cebola.
“Não tenha dúvida de duas coisas: que vai ser um caldo muito gostoso e que vai curar qualquer ressaca. O caldo vai ser nossa tradição do Carnaval”, diz Florentino, que pretende documentar a produção da iguaria para enviar ao Guinness Book.
(Fonte - http://alalao.blogfolha.uol.com.br)Por Alalao 28/02/14 12:0
Maravilha no céu de Fortal
HALO SOLAR - O belo fenômeno ótico que chamou a atenção em FortalezaCE hoje foi registrado por vários leitores. Nesta foto, da Ana Christina, vê-se quase em sua totalidade. Saiba mais o que causa o belo fenômeno: http://pt.wikipedia.org/wiki/Halo_(fenómeno_óptico)
(Fonte - Facebook)
(Fonte - Facebook)
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