Com o aniversário de Rio 450 chegando, o #TravessaRio segue fazendo sua retrospectiva sobre a história da cidade: São Sebastião é o padroeiro do Rio de Janeiro. Na Batalha das Canoas (1566), contra franceses e Tamoios, São Sebastião apareceu e lutou, segundo os vitoriosos lusos, que teriam sido derrotados, não fosse a mão do santo. E, justo no seu dia, 20 de janeiro, houve a batalha final triunfante dos portugueses (1567). > http://bit.ly/1L08Wgj
(Fonte - Livraria da Travessa/Facebook)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Arrumadinho ... q delícia!
O Brasil é conhecido por sua rica culinária, que atrai turistas do mundo inteiro. A BBC Good Food divulgou uma lista com 10 comidas tipicamente brasileiras que o turista deve provar ao visitar nosso país.
Moqueca, pão de queijo, acarajé e açaí estão na seleção de dar água na boca! E pra você, qual comida o turista estrangeiro precisa experimentar? http://bit.ly/1rYEIyQ
(Fonte - Embratur - Instituto Brasileiro de Turismo/Facebook)
Moqueca, pão de queijo, acarajé e açaí estão na seleção de dar água na boca! E pra você, qual comida o turista estrangeiro precisa experimentar? http://bit.ly/1rYEIyQ
(Fonte - Embratur - Instituto Brasileiro de Turismo/Facebook)
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Salve SÃO SEBASTIÃO
Salve dia 20 de janeiro
Salve São Sebastião, meu santo protetor.
Na Catedral Metropolitana de Belém/Igreja da Sé
Salve São Sebastião, meu santo protetor.
Na Catedral Metropolitana de Belém/Igreja da Sé
20 de Janeiro, dia de SÃO SEBASTIÃO
SÃO SEBASTIÃO
Sebastião na França, mas foi educado em Milão, na Itália. Pertencente a uma família cristã, foi batizado ainda pequenino. Mais tarde, tomou a decisão de tornar-se militar nas tropas romanas, sendo um dos oficiais prediletos de Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e protetor ativo dos cristãos.
Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo, inclusive o governador de Roma e seu filho. Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado e teve que comparecer ante ao imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.
Levado à presença de Diocleciano, Sebastião não negou sua fé. O imperador lhe deu ainda uma chance para que escolhesse entre sua fé em Cristo e o seu posto no exército romano. Ele não titubeou, ficou mesmo com Cristo. A sentença foi imediata: deveria ser amarrado a uma árvore e executado a flechadas.
Sebastião foi dado como morto e ali mesmo abandonado. Entretanto, quando uma senhora cristã foi até o local à noite, pretendendo dar-lhe um túmulo digno encontrou-o vivo! Levou-o para casa e tratou de suas feridas até vê-lo curado.
Depois de curado, ele apresento-se ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo e irado com tamanha ousadia, o sanguinário Diocleciano o entregou à guarda pretoriana após condena-lo, desta vez, ao martírio no Circo. Sebastião foi executado então com pauladas e boladas de chumbo, sendo açoitado até a morte, no dia 20 de janeiro de 288.
ORAÇÃO Ó Deus, Nosso Senhor, dá-me espírito de fortaleza, para que, sustentado pelo exemplo de São Sebastião, possa obedecer mais a Ti do que aos homens. Dá-me, também, a graça de imitar sua constância na fé. Amém.
(Fonte - Portal Católico)
Sebastião na França, mas foi educado em Milão, na Itália. Pertencente a uma família cristã, foi batizado ainda pequenino. Mais tarde, tomou a decisão de tornar-se militar nas tropas romanas, sendo um dos oficiais prediletos de Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e protetor ativo dos cristãos.
Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo, inclusive o governador de Roma e seu filho. Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado e teve que comparecer ante ao imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.
Levado à presença de Diocleciano, Sebastião não negou sua fé. O imperador lhe deu ainda uma chance para que escolhesse entre sua fé em Cristo e o seu posto no exército romano. Ele não titubeou, ficou mesmo com Cristo. A sentença foi imediata: deveria ser amarrado a uma árvore e executado a flechadas.
Sebastião foi dado como morto e ali mesmo abandonado. Entretanto, quando uma senhora cristã foi até o local à noite, pretendendo dar-lhe um túmulo digno encontrou-o vivo! Levou-o para casa e tratou de suas feridas até vê-lo curado.
Depois de curado, ele apresento-se ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo e irado com tamanha ousadia, o sanguinário Diocleciano o entregou à guarda pretoriana após condena-lo, desta vez, ao martírio no Circo. Sebastião foi executado então com pauladas e boladas de chumbo, sendo açoitado até a morte, no dia 20 de janeiro de 288.
ORAÇÃO Ó Deus, Nosso Senhor, dá-me espírito de fortaleza, para que, sustentado pelo exemplo de São Sebastião, possa obedecer mais a Ti do que aos homens. Dá-me, também, a graça de imitar sua constância na fé. Amém.
(Fonte - Portal Católico)
domingo, 18 de janeiro de 2015
Ceará comemora 216 anos de emancipação
Dia do Ceará 17/01/2015
Ceará comemora 216 anos de emancipação
Há 216 anos, Portugal assinava Carta Régia que decretava a emancipação administrativa do Ceará, até então subordinado a Pernambuco. A data passa a ser comemorada quando foi instituído o Dia do Ceará, em 2004. Foi Maria, a que anos depois ganhou nome de louca, quem decidiu, à revelia do que queria a capitania de Pernambuco: após 143 anos de subordinação, em 1799, o Ceará, emancipava-se de Pernambuco, que perdeu, em uma Carta Régia só, os territórios que hoje são o Ceará e a Paraíba, estava em baixa, com o ciclo da cana-de-açúcar mal das pernas. Com o algodão sendo vendido até para Inglaterra, quem estava por cima da carne seca era o Ceará. O decreto da rainha, feito em um 17 de janeiro como hoje, 216 anos atrás, pretendia que o controle português das negociações com o Ceará não tivesse intermediários.
Em 2004, a lei estadual determinou que hoje fosse comemorado o Dia do Ceará, e durante todo o dia há programação em Fortaleza e em Aquiraz, a primeira capital do Estado. “A data marca a emancipação administrativa do território de Pernambuco, mas o processo de construção do que é o Ceará e o cearense permanece acontecendo”, explica Airton de Farias, professor e historiador.
O Ceará, como conhecemos hoje, não se criou com o decreto. “Ele foi desenvolvendo-se a partir do fortalecimento do forte do Ceará, em torno do rio Ceará, que onde hoje é Fortaleza. Tanto que é difícil precisar em que momento o Ceará ganha esse nome”, comenta o historiador. Airton relembra, para exemplificar a hegemonia da região onde hoje é Fortaleza, um costume próprio de pessoas do interior do Estado que, quando vinham para a Capital, diziam: “Eu vou para o Ceará”.
Até então, existiam no Ceará figuras administrativas como o capitão-mor e os ouvidores, que tinham de responder administrativamente ao governador da capitania de Pernambuco. E não eram incomuns os desmandos atribuídos aos capitães-mor que aconteciam pela distância do controle pernambucano.
Com a emancipação, a capitania passa a ter o governador próprio. O algodão, que antes era obrigado a passar por Pernambuco - aumentando o frete, o tempo de distribuição e os impostos embutidos -, poderia ser diretamente repassado para Portugal.
“Mas a capitania ainda permanece, seja pelo costume ou pela inexistência de uma estrutura de porto para escoamento, muito ligada a Pernambuco”, destaca Airton, apontando a Revolução de 1817 e a Confederação do Equador, revoltas comandadas pela colônia vizinha que tiveram participação do Ceará. Airton cita ainda a Região do Cariri que, pela proximidade territorial e os vínculos familiares, até hoje ainda mantém ligações com Recife.
Cearensidade
“A construção da ideia de Ceará e do cearense se dá mais fortemente no Segundo Reinado (1840-1889), quando são estudados a linguagem, a música, a literatura, a cultura”, explica Airton. Da emancipação para a vaia, o baião de dois, o sertanejo honesto e forte e o humor muito peculiar foi preciso ainda um longo caminho.
(Fonte - Leia matéria completa no site www.opovo.com.br)
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