sábado, 24 de janeiro de 2015

Na torcida: Melissa Gurgel disputa o título de Miss Universo

Cearense Melissa Gurgel disputa o título de mais linda de todo o universo | O POVO

Mercado Central/Fortal

Mercado Central de Fortaleza
Número de andares-5
Área-9,690 m²

O Mercado Central de Fortaleza é um mercado especializado em produtos artesanais cearenses localizado na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. É de propriedade da prefeitura municipal. Está localizado no Centro da cidade, ao lado da Catedral de Fortaleza e da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, e foi construído ao lado da margem esquerda do Riacho Pajeú, que corta a região.
História
A história do Mercado Central começa em 1809, com a autorização da Câmara Municipal para a construção, em madeira, do mercado que a funcionou inicialmente para o comércio de carnes, frutas e verduras. Em 1814, as instalações foram demolidas e um novo prédio foi erguido com a denominação de Cozinha do Povo.
Já no século XX, em 1931, o comércio de carnes, frutas e verduras foi proibido dentro do prédio, e as instalações foram ocupadas por produtos utilitários e decorativos feitos artesanalmente, sobretudo vestimentas, artigos de cama e mesa, derivados do caju e bebidas e doces típicos.
Várias reformas foram realizadas. Em 1975, no entanto, o mercado foi totalmente renovado e reinaugurado, ocupando um espaço de 1.200 metros quadrados. O mercado vendia todo tipo de artesanato produzido no Ceará, em especial rendas de bilro, redes e cerâmicas. Nessa época, Fortaleza começou a se desenvolver enquanto importante destino de turismo no Brasil, e, a partir disso, o Mercado Central passou a figurar como atração cultural.
Depois de muitos anos sem reforma, já na década de 1990, as instalações estavam precárias e o prédio corria risco de incêndio. Nesse contexto de exigência de reformas e com o aumento da demanda pelos produtos do mercado, que já estava saturado, um novo espaço foi construído e sua administração foi passada, então, para a Associação dos Lojistas do Mercado Central (ALMEC), pela lei Nº 8073, de 21 de outubro de 1997. No dia 19 de janeiro de 1998, foi inaugurado o novo prédio do Mercado Central de Fortaleza, a funcionar na Av. Alberto Nepomuceno, 199. As instalações foram projetadas pelo arquiteto Luiz Fiúza.
O Novo Mercado Central abriga 553 boxes, distribuídos em 5 pavimentos, sendo um deles destinado a estacionamento, compreendendo área total de 9.690,75 metros quadrados de área construída. Hoje, são encontrados nas lojas artigos em couro (sandálias, sapatos, chapéus, bolsas e malas), rendas e bordados em roupas e em peças de cama, mesa e banho, rendas de bilro, camisetas, souvenires como mini-jangadas, bijuterias, jóias em ouro, artigos para decoração, dentre diversos outros itens.
(Fonte - http://pt.wikipedia.org)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Rio de Janeiro X São Sebastião

Com o aniversário de Rio 450 chegando, o #TravessaRio segue fazendo sua retrospectiva sobre a história da cidade: São Sebastião é o padroeiro do Rio de Janeiro. Na Batalha das Canoas (1566), contra franceses e Tamoios, São Sebastião apareceu e lutou, segundo os vitoriosos lusos, que teriam sido derrotados, não fosse a mão do santo. E, justo no seu dia, 20 de janeiro, houve a batalha final triunfante dos portugueses (1567). > http://bit.ly/1L08Wgj
(Fonte - Livraria da Travessa/Facebook)

Arrumadinho ... q delícia!

O Brasil é conhecido por sua rica culinária, que atrai turistas do mundo inteiro. A BBC Good Food divulgou uma lista com 10 comidas tipicamente brasileiras que o turista deve provar ao visitar nosso país.
Moqueca, pão de queijo, acarajé e açaí estão na seleção de dar água na boca! E pra você, qual comida o turista estrangeiro precisa experimentar? http://bit.ly/1rYEIyQ

(Fonte - Embratur - Instituto Brasileiro de Turismo/Facebook)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Salve SÃO SEBASTIÃO

Salve dia 20 de janeiro
Salve São Sebastião, meu santo protetor.
Na Catedral Metropolitana de Belém/Igreja da Sé

20 de Janeiro, dia de SÃO SEBASTIÃO

SÃO SEBASTIÃO

Sebastião na França, mas foi educado em Milão, na Itália. Pertencente a uma família cristã, foi batizado ainda pequenino. Mais tarde, tomou a decisão de tornar-se militar nas tropas romanas, sendo um dos oficiais prediletos de Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e protetor ativo dos cristãos.
Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo, inclusive o governador de Roma e seu filho. Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado e teve que comparecer ante ao imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.
Levado à presença de Diocleciano, Sebastião não negou sua fé. O imperador lhe deu ainda uma chance para que escolhesse entre sua fé em Cristo e o seu posto no exército romano. Ele não titubeou, ficou mesmo com Cristo. A sentença foi imediata: deveria ser amarrado a uma árvore e executado a flechadas.
Sebastião foi dado como morto e ali mesmo abandonado. Entretanto, quando uma senhora cristã foi até o local à noite, pretendendo dar-lhe um túmulo digno encontrou-o vivo! Levou-o para casa e tratou de suas feridas até vê-lo curado.
Depois de curado, ele apresento-se ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo e irado com tamanha ousadia, o sanguinário Diocleciano o entregou à guarda pretoriana após condena-lo, desta vez, ao martírio no Circo. Sebastião foi executado então com pauladas e boladas de chumbo, sendo açoitado até a morte, no dia 20 de janeiro de 288.

ORAÇÃO Ó Deus, Nosso Senhor, dá-me espírito de fortaleza, para que, sustentado pelo exemplo de São Sebastião, possa obedecer mais a Ti do que aos homens. Dá-me, também, a graça de imitar sua constância na fé. Amém.

(Fonte - Portal Católico)

domingo, 18 de janeiro de 2015

Ceará comemora 216 anos de emancipação


Dia do Ceará 17/01/2015
Ceará comemora 216 anos de emancipação
Há 216 anos, Portugal assinava Carta Régia que decretava a emancipação administrativa do Ceará, até então subordinado a Pernambuco. A data passa a ser comemorada quando foi instituído o Dia do Ceará, em 2004. Foi Maria, a que anos depois ganhou nome de louca, quem decidiu, à revelia do que queria a capitania de Pernambuco: após 143 anos de subordinação, em 1799, o Ceará, emancipava-se de
Pernambuco, que perdeu, em uma Carta Régia só, os territórios que hoje são o Ceará e a Paraíba, estava em baixa, com o ciclo da cana-de-açúcar mal das pernas. Com o algodão sendo vendido até para Inglaterra, quem estava por cima da carne seca era o Ceará. O decreto da rainha, feito em um 17 de janeiro como hoje, 216 anos atrás, pretendia que o controle português das negociações com o Ceará não tivesse intermediários.
Em 2004, a lei estadual determinou que hoje fosse comemorado o Dia do Ceará, e durante todo o dia há programação em Fortaleza e em Aquiraz, a primeira capital do Estado. “A data marca a emancipação administrativa do território de Pernambuco, mas o processo de construção do que é o Ceará e o cearense permanece acontecendo”, explica Airton de Farias, professor e historiador.
O Ceará, como conhecemos hoje, não se criou com o decreto. “Ele foi desenvolvendo-se a partir do fortalecimento do forte do Ceará, em torno do rio Ceará, que onde hoje é Fortaleza. Tanto que é difícil precisar em que momento o Ceará ganha esse nome”, comenta o historiador. Airton relembra, para exemplificar a hegemonia da região onde hoje é Fortaleza, um costume próprio de pessoas do interior do Estado que, quando vinham para a Capital, diziam: “Eu vou para o Ceará”.
Até então, existiam no Ceará figuras administrativas como o capitão-mor e os ouvidores, que tinham de responder administrativamente ao governador da capitania de Pernambuco. E não eram incomuns os desmandos atribuídos aos capitães-mor que aconteciam pela distância do controle pernambucano.
Com a emancipação, a capitania passa a ter o governador próprio. O algodão, que antes era obrigado a passar por Pernambuco - aumentando o frete, o tempo de distribuição e os impostos embutidos -, poderia ser diretamente repassado para Portugal.
“Mas a capitania ainda permanece, seja pelo costume ou pela inexistência de uma estrutura de porto para escoamento, muito ligada a Pernambuco”, destaca Airton, apontando a Revolução de 1817 e a Confederação do Equador, revoltas comandadas pela colônia vizinha que tiveram participação do Ceará. Airton cita ainda a Região do Cariri que, pela proximidade territorial e os vínculos familiares, até hoje ainda mantém ligações com Recife.

Cearensidade
“A construção da ideia de Ceará e do cearense se dá mais fortemente no Segundo Reinado (1840-1889), quando são estudados a linguagem, a música, a literatura, a cultura”, explica Airton. Da emancipação para a vaia, o baião de dois, o sertanejo honesto e forte e o humor muito peculiar foi preciso ainda um longo caminho.

(Fonte - Leia matéria completa no site www.opovo.com.br)